Destaques

28 de fevereiro de 2009

Tatuagens em 3D

Essas são as melhores tatuagens em 3D que eu já vi, muito detalhistas e profissionais. Clique no banner para ver todas.

27 de fevereiro de 2009

Dicas de uma sexóloga radical e estressada

Estava lendo algumas coisas legais, entre elas achei isto daqui, vale uns minutos de divertimento! ;)

Respondendo às perguntas dos ouvintes:

1 - Tenho 20 anos e não transei ainda porque gostaria que a 1ª vez fosse com um namorado fixo. O que você acha?
R: Vai ser difícil, todos eles se movem na hora H.

2 - O que fazer para surpreender meu marido que é meio tímido?
R: Apareça com um amante.

3 - Tenho um amigo que quer fazer sexo comigo, mas ele tem um pênis de 20cm. Acho que vai ser doloroso, o que faço?
R: Manda pra cá que eu testo pra você...

4 - Como faço para seduzir o rapaz que eu amo?
R: Tire a roupa! Se ele não te agarrar, cai fora que é gay.

5 - Terminei com meu ex porque ele é muito galinha e agora estou com outro. Mas ainda gosto do ex e às vezes ainda fico com ele! O que devo fazer?
R: Quem é mesmo galinha nesta história?

6 - Quero saber como enlouquecer meu namorado só nas preliminares.
R: Diga no ouvidinho dele: 'minha menstruação está atrasada..'

7 - Sou feia, pobre e chata. O que devo fazer para alguém gostar de mim?
R: Ficar bonita, rica e ser legal. Obviamente.

8 - O cara com quem estou saindo é muito legal, mas está dando sinais de ser alcoólatra. O que eu faço?
R: Não deixe ele dirigir.

9 - Por que, na hora do sexo, quando a gente está no vai e vem, na hora em que o corpo entra em atrito e faz aquele barulho de quem
está batendo palmas, a gente fica mais excitado?
R: É porque parece que tem torcida, tá ligado? Da próxima vez grite pra galera.

10 - Apesar do meu tamanho, eu tenho apenas 15 anos de idade e não tenho cara propriamente linda. O que fazer para conseguir comer umas gatas?
R: Nesta idade você tem que comer Sucrilhos, entende?

11 - Sou virgem e rolou, pela primeira vez de fazer sexo oral. Terminei engolindo o negócio e quero saber se corro o risco de ficar grávida. Estou desesperada!
R: Claro que corre o risco de ficar grávida. E a criança vai sair pelo seu ouvido.

12 - A primeira vez dói? Tenho 21 anos e ainda não transei porque tenho medo de doer e não agüentar.
R: Dói tanto que você vai ficar em coma e NUNCA mais vai levantar. Vê se deixa de ser fresca, e dá de uma vez, ô Cinderela!!!

13- Posso tomar anticoncepcional com diarréia?
R: Eu tomo com água, mas a opção é sua. Espero que use copo descartável

Vi no Blog Da Mary

Por que os casamentos arranjados duram mais?

Em nossa aldeia global, mais da metade de todos os casamentos acontece entre um homem e uma mulher que jamais sentiram qualquer pontada de amor romântico e talvez nem mesmo reconheçam o sentimento, se acontecer com eles. Adolescentes na maior parte da África e da Ásia têm como certa a noção dos casamentos arranjados por seus pais, assim como para nós é certa a noção do amor romântico.

Um jovem casal de indianos, Vijay e Martha, explicaram–me como foi o casamento deles. Os pais de Vijay avaliaram todas as garotas de seu círculo social antes de se decidirem por uma chamada Martha para ser a noiva de seu filho. Ele tinha 15 anos na ocasião e ela acabara de completar 13. Os dois só haviam–se encontrado uma vez antes, e muito rapidamente. Mas, depois que os pais dele chegaram a uma decisão, reuniram–se com os pais dela e marcaram a dará do casamento para dali a oito anos. Depois que combinaram tudo, contaram aos filhos com quem eles iriam se casar e quando.

Durante os oito anos seguintes Vijay e Martha tiveram a permissão de escrever uma carta por mês. Viram–se duas — apenas duas — vezes, e muito bem acompanhados, antes da data do casamento. Mesmo assim, tendo ido morar juntos sendo praticamente estranhos um ao outro, hoje o casamento deles parece ser tão seguro e amoroso quanto qualquer outro que conheço. Na verdade, missionários que vivem nestas sociedades relatam que, regra geral, os casamentos arranjados são mais estáveis, com a taxa de divórcios muito menor do que a dos que resultam de romance.

Nas culturas ocidentais as pessoas se casam porque sentem atração pelas qualidades agradáveis do outro: sorriso aberto, espirituosidade, aparência bonita, habilidade atlética, bom humor, charme. Com o passar do tempo, estas qualidades se alteram. Especialmente os atributos físicos irão deteriorar–se com a idade. Enquanto isso, podem aparecer surpresas: desleixo no cuidado com a casa, tendência à depressão, problemas sexuais. Ao contrário de tudo isso, os companheiros em um casamento arranjado não baseiam o relacionamento na atração mútua. Ao ser informada da decisão dos pais, a pessoa aceita que viverá muitos anos com alguém a quem mal conhece. Assim, a questão deixa de ser "Com quem me devo casar?" e passa para "Que tipo de casamento eu e este meu companheiro construiremos?"
_______
Este post foi retirado do..
Livro: PERGUNTAS QUE PRECISAM DE RESPOSTAS
Autor: Philip Yancey
Página: pag 15 e 16
Ótimo livro, aconselho!

26 de fevereiro de 2009

Celebridades Zumbis

Celebridades americanas Zumbis...Como seria? Clique no banner e descubra! O trabalho de arte ficou medonho e muito bom.

Emprego e orkut

Uma das melhores formas de se dar bem no mercado de trabalho é sendo um pessoa bem relacionada e as redes de relacionamento passaram a ser uma arma para você se manter conectado ao maior número de pessoas. Saiba como isso pode te levar ao futuro emprego.

A um tempo atrás li uma reportagem de capa da Revista Info, da editora Abril, que falava sobre redes de relacionamento. Nela a revista mostrava vários exemplos de pessoas que conseguiram entrar no mercado de trabalho através das chamadas redes de relacionamento. No começo achei aquilo uma idiotice, mas depois, percebi a real importância que a vida on-line passou a ter em nossas vidas. Então vejamos:

O orkut é visto pela maioria como um mero portal de entretenimento e relacionamento, mas se for levado a sério pode render frutos como o seu próximo emprego - isso porque algumas empresas começaram a procuram seus candidatos através dos profiles, assim elas conseguem descobrir as características e personalidade dos futuros empregados.

Os jovens de hoje em dia não estão nem ai para privacidade. Toda nossa vida é constantemente atualizada no orkut e atraves dele, qualquer pessoa pode saber sobre nossas vidas, gostos, desejos – essas informações são o que as empresa querem, e de certa forma, ajuda a substituir o boca-boca e o famoso Q.I. (quem indica). Tornando os critérios de escolha em tese mais justos.
Ele pode te tirar do sufoco...

Então vale algumas dicas que devem ser levadas em consideração para deixar seu orkut supimpa:

- Não exibir fotos com poses ridículas e com pessoas bêbadas, não digo para deixar de exibir fotos que demonstre alegria e descontração.

- Faça um perfil completo, exponha todos seus conhecimentos, cursos e habilidades, nada de agressões e piadinhas toscas, seu perfil vai ser a primeira impressão que alguém vai ter sobre você.

- Nunca deixe seu perfil desatualizado ou sem informação, isso demonstra desinteresse, ai ninguém vai ligar pra você.

- As comunidades dizem muito sobre sua personalidade, entrar em comunidades como: odeio meu chefe, orkut no horário de trabalho, odeio acordar cedo ou qualquer uma que diz “eu odeio” pode pegar muito mal, e até quem sabe custar seu atual emprego, ai você vai participar da comunidade Fui demitido por cauda do Orkut.

- Participe de comunidades que sejam inteligentes e procure participar dos fóruns dando opiniões relevantes e demonstre seus conhecimentos, desta forma você conseguira ser respeitado.

Existem várias redes de relacionamento úteis, escolha aquela que mais lhe agrade, ter um orkut é quase tão comum como ter um RG, mas lembre-se: Orkut é igual cerveja, use com moderação, ficar horas fuçando na vida alheia é uma puta perda de tempo - saia um pouco do site e venha ler um blog de vez em quando. O Faz-me rir agradece!

Pérolas - pRacas do meu Brasil

Este meu Brasil escreve bem que é uma beleza, o melhor a fazer é rir fazer o que...(clique no banner para visualizar)

25 de fevereiro de 2009

Essa merece um assovio!

Foi isso que eu escutei, depois de um feriado prolongado de carnaval, onde já passamos quatro dias escutamos as incansáveis marchinhas!
O vestido não era tão curto, embora as pernas ficassem de fora, mas “essa merece um assovio” foi o final dos tempos!
A mulher está passando, lá vem ela, cabelos ao vento, um andar quase que perfeito, olha para os lados fingindo não te ver e nem notar que você está babando os quadris se movendo levemente para os lados. Você tem uma única chance de ser perfeito cara-pálida...

E você sempre faz a maior de todas as merdas!
Ele poderia dizer “olá, quer tomar um café comigo? Podemos bater um papo?”, mas não! Raramente soltam isso.
É comum aqueles que dizem “hum, gostosa!” daí a bela moça que neste instante pensa “que falta de criatividade” ainda é obrigada a escutar “ah vá metida, nem vai olhar? Sua mocréia!”. Qual o problema de vocês homens?
Ele estava esperando um olhar, um sinal de ‘me dei bem cara’ pra dizer aos amigos. Segundo uma amiga, um dia resolveu [dar a eles] o que eles querem!

Rapaz: Hum, que gata heim, não quer vir aqui me dar um beijo?
Amiga: Claro, não estou fazendo nada mesmo! (virou-se e foi em direção ao rapaz que ficou estático e vermelho)
Ele só gaguejou, ela deu um beijo em seu rosto e ele nem se movia, então sorriu e deu as costas!
Eis que a coragem volta ao pobre rapaz que estufa o peito:
- Eii, volta aqui moça, como vai embora assim?
Ela olhou pra traz, fez sinal de quem voltaria e ele pareceu um daqueles desenhos japonês que se assusta e abre bem os olhos. É claro que ela não voltou!

Estes machões, chamo assim porque não sustentam o próprio peito estufado e parecem pombas inchadas andando por aí, em suas camisas agarradas mostrando a marca da academia constante e longas horas em frente o espelho levantando o dobro de seu peso. Não sustentam o próprio gel no cabelo espichado para cima, cada vez mais pra cima eu diria, nem o rexona [que não te abandona]. Bom, estes machões na verdade são belíssimos covardes, que vivem, por aí de cantadas esfarrapadas que não pedem nada mais que uma ‘moralzinha’ que uma bela moça possa dar.
Ele não tem cacife pra enfrentar duas belas pernas e um olhar 47!
“Essa merece um assovio”, e o cara na verdade, disse, o que deveria ter feito! Confesso que um assovio daria aquela balançada no ego do tipo “é, eu sou gostosa”, poderia ter virado para o belo : - Então vai cara, assovia!

Entre outras, uma lista das piores cantadas masculinas, clique aqui

Segurança no Trabalho

Depois perde uma perna e não sabe o por quê..clique no banner e veja iniciativas de trabalho que com certeza tinham tudo para dar errado

23 de fevereiro de 2009

Zevs + Google

Zevs é um artista Frances e foi um dos primeiros a utilizar o grafite como arte nas ruas de Paris. No final da década de 90 ficou conhecido por sua poesia e desenhos. Seu trabalho é muito popular na França, mas ainda se discute se é arte ou vandalismo.

Zevs + Google = clique aqui, ou no banner, aproveite e faça uma "pesquisa" para ver todo seu trabalho!

Quem foi que inventou o carnaval?

A mistura da tradição européia com os ritmos musicais dos africanos criou no Brasil um dos maiores espetáculos populares do mundo. O carnaval nasceu no Egito, passou pela Grécia e por Roma, foi adaptado pela Igreja Católica e desembarcou aqui no séc. XVII, trazido pelos portugueses.

O carnaval é a fusão da tradição européia com a batucada africana. Em nenhum outro lugar, ele adquiriu a dimensão que alcançou em nosso país. Durante quatro dias, a festa rola em todo país e os foliões se entregam ao espetáculo que seduz, deslumbra os estrangeiros e desfila as beldades femininas e masculinas. Essa folia toda vem do inconsciente dos povos, desde os rituais da fertilidade e as festas pagãs nas colheitas. Podemos encontrar estas festas às celebrações antigas que se faziam à deusa Ísis e o touro Ápis, no Egito, e à deusa Herta, dos teutônicos, passando pelos rituais Dionísiacos gregos e pelos Bacanais, Saturnais e Lupercais, nas suntuosas orgias dos povos romanos.

Igreja e Carnaval

No século VI, a Igreja Católica adotou essas festas libertárias que invertiam a ordem do cotidiano, para domesticá-las. Juntou todas na véspera da Quaresma, como uma compensação para a abstinência que antecede a Páscoa. O Carnaval, então, se espalhou no mundo, no Brasil chegou no século XVII.

Procurando assumir o controle dessas festas, a Igreja Católica buscou abolir a permissividade dos carnavais. Na Idade Média Tertuliano, são Cipriniano, são Clemente de Alexandria e o papa Inocêncio II foram grandes inimigos do carnaval mas, no séc. XV, o papa Paulo II foi tolerante e chegou a autorizar o corridas de cavalos, carros alegóricos, batalhas de confetes, corridas de corcundas, lançamento de ovos, água e farinha e outras manifestações populares, dando-lhe um sentido litúrgico religioso.
Carnaval no mundo

Da onde veio a palavra carnaval?

Não se sabe ao certo qual a origem da palavra carnaval. Para alguns etimólogos essa palavra se aplicava à Terça-feira gorda, a partir de quando a Igreja Católica proibia o consumo de carne. Outros apontam sua origem da palavra latina carnelevamen, que significa "adeus carne". Essa palavra pode ser interpretada também como carnis levamen, "prazer da carne", que marcam os momentos prazerosos que antecedem o período da quaresma, que é um período de abstinência. A explicação sobre a origem do carnaval tem controvérsias, mas tem sido atribuída às festas da antigüidade clássica e Idade Média.

frevo, afoxés, trios elétricos e escolas de samba, nenhum país do mundo acolheu o carnaval assim...

Curiosidades sobre o carnaval

- Os confetes chegaram ao Brasil em 1892, jogados em batalhas entre os cordões.
- As serpentinas substituíram as flores atiradas aos carros alegóricos.
- As fantasias são usadas no Brasil desde o século XIX.
- O primeiro desfile aconteceu em 1937, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro
- O lança-perfume, foi trazido da França a partir de 1906 e proibido em 1960, porque a substância era aspirada como uma droga
- Os primeiros blocos foram licenciados pela polícia em 1889, no Rio.
- O Rei Momo foi instituído pelo jornal carioca A Noite, em 1933, como símbolo do Carnaval.

Veja todas as postagens do Duas Caras

Fonte:
- Super arquivo
- Flash UCG

22 de fevereiro de 2009

Manual: Como aumentar o seu... QI

Você lê livros de teorias freudianas, calcula a raiz quadrada das ovelhinhas quando vai dormir, estuda conceitos filosóficos. Mas chega uma hora que ficar mais esperto é muito difícil. a solução: juntamos estudos que provam ser possível aumentar sua capacidade mental:

VISTA UMA ROUPA DIFERENTE

A rotina acomoda nossos neurônios, que deixam de criar novas sinapses. É como se o cérebro funcionasse apenas no automático. Vestir alguma coisa que não está acostumado, por exemplo, obriga as células do cérebro a aumentar os dendritos – braços do neurônio por onde as informações são transmitidas. E, quanto mais caminhos, melhor.

APRENDA CHINÊS

É muito mais fácil aprender espanhol. Há um motivo para isso: quando a língua é similar à nossa, ela passa a compartilhar a mesma área cognitiva que já usamos. Para aprender chinês, é preciso ativar uma nova rede de células. É a mesma lógica de sair da rotina. Mas aqui, uma área específica do cérebro é ativada: a da linguagem.

TOME BANHO DE OLHOS FECHADOS

Assim você aumenta o número de ligações entre os neurônios, desenvolvendo a propriocepção – capacidade de reconhecer os membros em relação ao resto do corpo. Como efeito colateral, todos os seus sentidos ficam mais aguçados – visão, olfato, tato. Mas talvez você descubra que não gosta do cheiro do seu sabonete...

BEBA CAFÉ

Nem de mais, nem de menos. Quatro xícaras por dia são o suficiente. A cafeína bloqueia os receptores da adenosina, neurotransmissor que causa a sonolência. Com café nas veias, você aumenta a velocidade do processamento de informações e fica mais atento para concluir tarefas complexas, como uma prova de química.

DURMA 8 HORAS POR NOITE

O sono se divide em duas partes. A primeira dura cerca de 1h30 e regenera as células lesadas durante o dia, recuperando o organismo. Na segunda etapa, a memória é reorganizada. Em um adulto de hábitos normais ela dura entre 6 e 7 horas. Se você acordar antes disso, pode atrapalhar os processos de consciência.

OUÇA MOZART

A música do compositor austríaco estabiliza no cérebro as ondas alfa, que se associam à diminuição da tensão mental. É o chamado efeito Mozart. O som estimula áreas relacionadas à memória e exige uma atividade mental complexa, pois seus códigos são baseados em notas e em seqüências de tempo. Só que os efeitos da melhora têm vida curta: de 15 a 20 minutos.

Fonte: Super Arquivo

21 de fevereiro de 2009

Dinheiro e blog

Quer ter um blog de sucesso? Para isso você precisa apenas de bons textos, caia entre nós, vivemos em uma blogosfera pouco criativa e muito copiativa, ter um conteúdo diferenciado e com boas idéias já é o suficiente para você começar um bom blog. Mas não se iluda, ser famoso exige muito trabalho, paciência e perseverança, os acessos não vão cair do céu, leva tempo até que as pessoas comecem a te conhecer.

Mas pêra ai...tanto trabalho pra nada? Claro que não cabeça, existem vários empresas de publicidade para a internet, são muitas e fazer esta escolha pode não ser uma tarefa muito fácil, portanto aconselho que você leia os ensinamentos do Luiz Henrique, um blogueiro experientes que já é macaco velho na internet. Clique aqui ou no banner acima para ver todas as dicas

19 de fevereiro de 2009

Acorda, a corrida presidencial já começou

Qualquer Zé ruela sabe que o PT já tem sua candidata para à corrida presidencial: Dilma a queridinha do presidente Lula, e do outro lado os tucanos querem o cabeludo José Serra.

Lula a um bom tempo vem elogiando a Ministra, mas não perde a mania de falar mal do estado de São Paulo:

“Pasmem! Caia de costas, Kassab, porque você não sabia e eu não sabia: no estado de São Paulo ainda temos 10% de analfabetismo”
Lula, citando em discurso dados de 1991 sobre o analfabetismo de São Paulo

Obviamente os tucanos ficaram bravos, José Serra ficou na dele dizendo que o presidente não agiu com má-fé, mas teve tucano que nã gostou:

“Um presidente usar dados falsos, com claras intenções eleitoreiras, em qualquer parte do mundo é inadmissível. Foi um ato covarde, dito num ato de campanha eleitoral”
Paulo Renato, ministro da Educação de FHC

Dilma nem precisa fazer muita coisa, a publicidade fica por enquanto nas mãos do presidente

“Deixa a vida me levar”
Dilma Rousseff, fugindo às perguntas sobre sua candidatura

Fonte: Revista Veja - edição 2100

Novo layout no estilo grafite digital

O grafite: nasceu nas ruas, é jovem, possui traços firmes, bem coloridos e cheio de detalhes, por isso criei um layout para o blog com este tema. Aqui os layouts são rotativos, portanto se você quiser visualizar este novo modelo vai ter que navegar um pouco, até que este apareça.

Clique no banner acima e visualize belos trabalhos de arte com grafite digital, que eu encontrei no torresmo fresco, e utilizei algumas delas na elaboração do novo layout.

18 de fevereiro de 2009

Como entrou no Céu o primeiro advogado

Meus caros leitores...
Após uma seqüência de textos mais voltados a crítica e reflexão, me permito reproduzir nesta Coluna uma piada, muito bem escrita por sinal, em tom erudito, que retrata a entrada de Santo Ivo, um padre que viveu a praticamente 800 anos, e devido as suas atribuições como juiz eclesiástico na época, bem como se aguçado senso de justiça, é considerado o padroeiro de todos aqueles que atuam nas mais variadas carreiras jurídicas.

Desta forma, este post é dedicado, por motivos óbvios a todos os meus colegas jurisconsultos, ou seja, estudiosos do Direito, sejam eles estudantes universitários ou profissionais da área, e, sobretudo aos meus colegas de blog, que, em sua maioria, militam na árdua Ciência do Direito.

PS: Como este texto não é uma criação própria, destacaremos a ótima fonte em que o obtive: www.releituras.com.

Como entrou no Céu o primeiro advogado
Por Barão de Itararé

(Santo Ivo)

Logo que Santo Ivo morreu, encaminhou-se ao Céu e bateu à porta, que São Pedro não se atreveu a abrir, subestimando as razões do bom santo.

— Faço o que quiseres — repetia o porteiro do Céu —, mas não acho que deva permitir a entrada a um advogado, não só porque nem um tem assento entre os santos, mas também porque; muito ao contrário, juraria que se encontram no inferno todos os de tua profissão.

Santo Ivo não se desconcertou; antes, como bom advogado, teve tão convincentes razões para rebater as de São Pedro que este lhe permitiu finalmente entrar no Céu, mas com a condição de permanecer junto à porta.

O hóspede entrou calmamente, sentou-se no lugar indicado por São Pedro, que foi participar a Nosso Senhor o sucedido...

— Fizeste mal! Muito mal, Pedro! — respondeu Deus, quando acabou de escutá-lo. — Havia resolvido que nenhum advogado entraria no Céu, e tinha cá minhas razões para isso. Mas já que está, deixa ficar; sem embargo, não deixes que ele se misture com os outros santos, pois do contrário acabarão no Céu a paz e a boa harmonia. Não o deixes passar além da porta.

Aborrecido e cabisbaixo, voltou São Pedro aonde estava Santo Ivo e comunicou-lhe as ordens dadas pelo Senhor. O Santo advogado encolheu os ombros e, à guisa de passatempo, começou a entabular conversa com São Pedro.

— Que posto ocupas aqui no Céu?

— Não sabes? Sou o porteiro.

— Por quanto tempo?...

— Para todo o sempre.

— Deixa disso. Só se tiveres algum contrato firmado...

— Não há contrato nem coisa que o valha, e para dizer a verdade não há necessidade disso.

— Como assim? Então não estás vendo, grande ingênuo, que qualquer dia Deus pode ter a idéia de te destituir, sem mais nem menos, do cargo que com zelo vens desempenhando há tanto tempo, sem que possas fazer valer teus direitos?

São Pedro coçou a orelha, e, mais amofinado que antes, foi novamente falar com Deus.

— Vamos lá, que é que pensas?

— Preciso de um contrato em que se declare que sou o porteiro do Céu para todo o sempre. Até hoje temos deixado as coisas andar à vontade; mas se vos der na idéia, qualquer dia me destituís do cargo que com tanto zelo...

— Não te dizia eu? Tudo isso são trapaças daquele advogadozinho que tens na porta e que soube encher-te a cabeça.

E ajuntou depois, tomando uma resolução:

— Anda, Pedro, corre e manda-o entrar imediatamente, pois prefiro tê-lo perto de mim a vê-lo junto à porta.

Eis como entrou no Céu o primeiro advogado.

Homenageamos o sempre atual Barão de Itararé, que no dia 29/01/2003 estaria completando 108 anos de vida.
Extraído do livro “Máximas e Mínimas do Barão de Itararé”, Editora Record – Rio de Janeiro, 1985, pág. 178, organização de Afonso Félix de Souza.

Montagens Bizarras com Ronaldinho Gaúcho

O "galã" ($) é camisa 10 da seleção, estava jogando no último confronto da seleção brasileira entre Brasil e Itália, na qual o Brasil saiu como vencedor por 2 a 0 com um belo gol do šáfádø do Robinho, as fotos acima foram retiradas desse jogo e foram utilizadas para fazer as montagens, na primeira foto, Ronaldinho está se livrando do carrinho do jogador La Massa da Itália e na segunda foto está comemorando o gol.

Clique no banner ou aqui para ver as montagens, que ficaram bem engraçadas, ao menos Eu-ri =)

17 de fevereiro de 2009

Desordem Neuropsicoendócrina

Homens, homens, homens!
Pra vocês, de brinde, simples e direto:
-O que é a TPM?
Sensação que o mundo vai acabar antes da menstruação...
É isto que a maioria das mulheres que tem TPM sente.
Também chamada de desordem disfórica pré-menstrual, ou carinhosamente TPM, atinge aproximadamente 85% das mulheres.
80% das mulheres desejam ‘matar’ os homens nesta época.
70% choram sem parar.
40% querem fazer sexo muito mais nesta época.


Tia Sofia entrou na sala aos berros:
“Tira a porcaria do pé de cima da porcaria da mesa de centro!!”
Tio John não se assustou, virou o rosto lentamente, os olhos continuavam acompanhando a TV. Ele ainda deu uma risadinha irônica e fez um comentário estúpido, “o Seu Madruga é foda”...


Dava pra ver as veias do pescoço da tia Sofia saltando de ódio, se naquele momento o “Seu Madruga” entrasse pela porta, ela certamente voaria no pescoço dele também!
“Tira a porcaria do pé de cima da porcaria da mesa de centro e desliga a porcaria da TV! Já estou cansada da sua porcaria de férias que não me deixa limpar em paz esta porcaria de casa!”
O dom que ela tinha de usar mil vezes a palavra “porcaria” fazia qualquer um se sentir meio estranho, parávamos de prestar atenção no que quer que fosse pra contar quantas “porcarias” ela diria. Havia até mesmo apostas!
Tio John desligou a TV. O trajeto até o controle foi lento e doloroso para Sofia, ele fazia toda aquela câmera lenta para que um dia ela morresse do coração.
“Pronto, Dona Sofia, você está com uma cara péssima, com um ar estressadissimo, precisa relaxar!”
“Queeeeee??????? (Tia Sofia deu mais um de seus berros ensurdecedores) Eu estou com uma cara péssima? Pelo menos eu tenho cara de alguma coisa, você fica aí com essa cara sonsa, não vai nem fica, aliás, fica plantado vendo essa porcaria de Chaves!”
Não adiantava discutir, com ela não havia meio termo, aliás, com nenhuma de nós mulheres há!
Ou estamos muito alegres, a ponto de andar de meias pela casa cantarolando musicas bizarras e imitando vozes do além, ou tristes de tal forma que deixaremos os vizinhos preocupados com a altura do nosso choro, ou com tamanha raiva que nos fará chamar tudo e todos de “porcaria” ou algo parecido. Mas, não há meio termo.
Se um dia uma de nós estiver assim, sonsa, morna, xôxa (!), chame um médico, ou cave um buraco no fundo do quintal e enterre, porque a coisa está mais séria do que se imagina.
Está muito longe da nossa compreensão, a preguiça que os homens têm de se expressar.
Tia Sofia se sentiu vitoriosa, embora a batalha lhe custasse algumas rugas de raiva, John estava saindo da sala depois de 15 dias empacotado no sofá, porém, não deixaria barato.
“Já estou indo Sofia, pode limpar a casa sossegada. Ah, e quando acabar essa sua porcaria de TPM, você vai até a porcaria da cozinha e me avisa.”

E saiu da sala dando um de seus risinhos irritantes.

Paramos de contar as “porcarias” que ela dizia, a partir daquele momento, ela daria vida nova para suas frases, e palavrões diferentes surgiriam.

Mais em ABC da saúde

16 de fevereiro de 2009

E se... As mulheres não precisassem dos homens para a reprodução?

Um grupo de cientistas britânicos mostrou como é possível fabricar um espermatozóide a partir de uma célula-tronco adulta feminina (a medula, por exemplo).

Com isso, via inseminação artificial, um casal de lésbicas poderia procriar. Imagine agora se metade das lésbicas optasse por esse método para ter filhos. Ou melhor, filhas: homens têm um par de cromossomos XY e mulheres, XX; a união de dois gametas femininos só pode resultar no nascimento de uma fêmea.

Fizemos as contas para você: em apenas 350 anos, já haveria um desequilíbrio significativo, com dois terços das pessoas no mundo sendo mulheres. Com o aumento da população feminina, podemos ter o relacionamento entre mulheres como uma regra social mais tranqüila. Cresceria, talvez, o número de lésbicas.

um mundo só de mulheres pode ser realidade...

Para tudo isso fazer sentido, a fertilização in vitro precisa ser uma realidade acessível. Isso já começou a acontecer em alguns lugares. No Brasil, o tratamento ainda precisa ser pago pelos pacientes, mas na França, por exemplo, ele é coberto pelos planos de saúde.

Na Inglaterra, onde 1 em cada 100 crianças nasce de inseminação artificial, a procura de casais de lésbicas por esse método cresce mais rapidamente que entre heterossexuais. É uma procura que os médicos não calculavam acontecer.

Com o desequilíbrio populacional e uma maioria heterossexual, os homens sobrando iriam se dar bem. Especulando de novo, a poligamia seria necessária. Talvez a população tivesse que apelar a esse tipo de estratégia.

A superioridade numérica das mulheres significaria também uma humanidade mais sadia, pelo menos no que diz respeito a doenças hereditárias cuja manifestação está relacionada ao cromossomo Y. Haveria uma redução de doenças graves num primeiro momento, como daltonismo, distrofia muscular ou hemofilia tipo A. Mulheres podem ser portadoras, mas não têm essas doenças.

NegritoSem os homens seria o fim das doenças hereditárias

Do ponto de vista sociológico, é provável que postos de liderança começassem a ser ocupados por mulheres, refletindo a nova composição populacional. Isso significaria, para começar, governos menos autoritários e belicosos. Pesquisas apontam que as mulheres gostam mais da colaboração e do consenso do que os homens. Elas têm grande disposição para prevenir e parar conflitos por serem motivadas a proteger os filhos.

Quer ver mais artigos como este? fuça lá no Super arquivo

Oi, prazer!


Rá! Cá estou!

Fui gentilmente convidada para integrar este grupo de rapazes, e eu tinha até separado um discurso bem bacana e bem puxa-saco, mas não dá, não consigo ser assim tão... superficial. Prefiro expressar minha gratidão pelo convite oferecendo aos leitores deste blog um pouco do que eu gosto, e espero que vocês gostem também. Essa será minha resposta à confiança que os moços depositaram em mim!

Bem, quem sou eu?

Não esperem que eu...

...vá desfilar aqui meu salto agulha, esbanjando sensualidade e charme. E nem vou criticar as cores das cortinas e arrumar tudo do meu jeito. Respeito o espaço dos outros, e eu uso plataforma! Mas calma, não sou grosseira e nem uma espécie de extra-terrestre.

Se John Grey diz que “Homens são de Marte e as Mulheres são de Vênus” e Mike Nichols diz que “Mulheres são de Plutão e os Homens são de Urano”, eu digo com firmeza: sou daqui mesmo cara-pálida. E os homens também são! E a gente vai resolver isso aqui, no mano a mano, ok?

Não dá pra prometer que vou esconder meu feminismo em baixo de um vestidinho. Talvez, assim, sem querer, ele apareça aqui vez ou outra, rs.

Alías, sou do tipo que acredita em horóscopo, aurora-boreal, esmalte vermelho e suco de tamarindo. Não acredito nos homens [na maioria] nem nas mulheres [todas].

O resto, a gente descobre ao longo do caminho...


14 de fevereiro de 2009

A hora do plano B

Todos nós somos de certa forma obrigados a ter um plano de vida - quando estamos na infância tem sempre um adultos xaropes querem saber o que vamos fazer de nossas mediócres vidas: "o que você vai ser quando crescer?" A pobre criança sem a mínima noção responde qualquer baboseira. Geralmente escolhem professora, peão de rodeio ou a profissão do papai, como se escolher o futuro fosse algo definitivo e fácil de manipular, ai ficamos pensando no futuro iguais a uns trouxas analisando as possibilidades..

No ensino médio muito são obrigados a descobrir a sua vocação, é hora do vestibular e de escolher uma faculdade, essa é uma escolha muito difícil, não por escolher um curso, mas sim, por abrir mão das outras habilidades que possuímos, mas nem todas são estimuladas e estas acabam ficando adormecidas - Eu, por exemplo, sou estudante de direito, mas adoro: psicologia e arte. Pensei muito em fazer publicidade, ou designer, mas pela maré da vida escolhi a ciência do Direito as habilidade que eu não posso usar no meu trabalho e na faculdade eu gasto tudo neste blog que pode ser considerado como um Plano B,

O você faz rir adverte: Blog é um péssimo plano B, você vai morrer de fome se decidir viver disso...

A seleção natural favoreceu seres que possuíam um plano B, aqueles que em caso de escassez de um recurso podia utilizar outra forma de subsistência. Assim é a nossa vida profissional e afetiva: aquelas pessoas que possuem um plano B, sofrem menos com depressão e conseguem encontrar um novo rumo para a vida quando tudo parece estar perdido.

Na vida afetiva é aconselhável você ter um bom número de relacionamentos: ter muitos amigos ajuda a sermos pessoas mais felizes e no caso de algum começar a namorar ou passar a seguir outro caminho muito diferente do seu, você não ficará perdido, vai procurar outras pessoas que satisfação seus interesses.

Estamos em tempos de crise, mas nada de frescura e desespero, para os empreendedores é hora de inovar, aprimorar, cortar gastos inúteis. Para os desempregados é hora de criar, ousar e ser criativo. As maiores inovações acontecem em horas difíceis, por que quando estamos endinheirados é sinal de que tudo está certo, que nada precisa ser mudado e que não precisamos inovar ou mexer em nada

Escolher um caminho é foda

Hobby é uma atividades que gostamos de fazer e que tende a ser bem feita, uma vez que a fazemos por prazer, sem pressão ou obrigação. Essa brincadeira pode deixa de ser acessória para ser principal quando você perde o emprego por exemplo. Então nada de: “ah o mundo acabou”, “o que eu faço agora” ou a pior “não tive chance de estudar” - larga de ser mariquinha, respire e busque outra alternativa, saiba se adaptar, use todas suas habilidade, se não as conhece, tome vergonha na cara, tire a bunda dessa cadeira. Não fique chorando esperando que as pessoas sintam pena de você ou fique esperando um milagre acontecer.

Recentemente ouvi uma história no mínimo triste e que já aconteceu por diversas vezes em tempo de crise econômica: Um cortador de cana que trabalha em São Paulo ouviu um boato de que iria acontecer cortes de funcionários, o que ele fez? Colocou a filha no ônibus para que ela voltasse ao nordeste, pegou uma corda e se enforcou, sem saber se iria ser demitido ou não, e mesmo se fosse, qual é o problema? Tudo isso é certamente falta de um plano B.

13 de fevereiro de 2009

Por que sexta-feira 13 é dia de azar?


Uma Sexta Feira 13 é considerada popularmente como um dia de azar. É um dia de superstição recheado de significados e comparações com os maiores fatos e crenças da humanidade, que vão desde Jesus Cristo ao Zodíaco...

O número 13 é considerado de má sorte. Na numerologia o número 12 é considerado um número de coisas completas como 12 meses no ano, 12 tribos de Israel, 12 apóstolos de Jesus ou os 12 signos do zodíaco. Já o 13 é considerado um número irregular. A sexta-feira foi o dia em que Jesus foi crucificado e também é considerada um dia de azar. Somando o dia da semana de azar (sexta) com o número de azar (13) temos o mais azarado dos dias.

Esta superstição pode ter tido origem no dia 13 de Outubro de 1307, sexta-feira, quando a Ordem dos Templários foi declarada ilegal pelo rei Filipe IV de França; os seus membros foram presos simultaneamente em todo o país e alguns torturados e, mais tarde, executados por heresia.

Outra possibilidade para esta crença está no fato de que Jesus Cristo provavelmente foi morto numa sexta-feira treze, uma vez que a Páscoa judaica é celebrada no dia 14 do mês de Nissan, no calendário hebraico.

Recorde-se ainda que na Santa Ceia sentaram-se à mesa treze pessoas, sendo que duas delas, Jesus e Judas Iscariotes, morreram em seguida, por mortes trágicas, Jesus por execução na cruz e Judas provavelmente por suicídio.

Antes disso, porém, existem versões que provêm de duas lendas da mitologia nórdica. Na primeira delas, conta-se que houve um banquete e 12 deuses foram convidados. Loki, espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e armou uma briga que terminou com a morte de Balder, o favorito dos deuses. Daí veio a crendice de que convidar 13 pessoas para um jantar era desgraça na certa.

Segundo outra história, a deusa do amor e da beleza era Friga (que deu origem a frigadag, sexta-feira). Quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, Friga foi transformada em bruxa. Como vingança, ela passou a se reunir todas as sextas com outras 11 bruxas e o demônio. Os 13 ficavam rogando pragas aos humanos.

Fonte: Winki

12 de fevereiro de 2009

Charles Darwin, o homem que matou Deus (ou não)

Darwin veio para causar. Tanto, que sua teoria da evolução é matéria obrigatória nas escolas de todo o país, e que se opõe a todo aquilo que a religião nos ensina. Todas essas informações contraditórias fazem uma verdadeira bagunça na cabeça da criançada..,ao menos na minha fez!

Saiba tudo sobre Darvin, sem frescura e enrolação

Quem é o nerd: Charles Darwin. Autor genial de "A origem das espécies", que revolucionou a nossa percepção da vida na Terra.

Origem: Nascido no dia 12 de fevereiro de 1809, na Inglaterra.

O fraco: Ele considera o curso de Medicina entediante, e ficava horrorizado com as cirurgias, então praticadas sem anestesia.

Aprendizado: Sua verdadeira escola é a natureza, onde ele observa animais, plantas e pedras. Se apaixona pelas Ciências Naturais e por coleções "de todo tipo".

Ele veio ao Brasil: O "Beagle" iça as velas em 1831, levando Darwin, então com 22 anos. A viagem dura cinco anos, com escalas no Brasil, nas ilhas Galápagos, no Taiti, na Nova Zelândia e na Austrália.

O trampo: Ele redigiu diversas observações e colheu espécimes da flora e da fauna das regiões pelas quais passa. Em seu retorno em 1836, Darwin, que nunca mais viajou, pôs-se a trabalhar e publica em 1839 "A viagem do Beagle".

Ele queria casar: Afligido por problemas de saúde, pretende se casar, e pesa longamente os prós ("companheiro permanente" ... "melhor do que um cão de qualquer maneira") e os contras ("terrível perda de tempo").

Quem foi a doida: Em 1839 casou-se com sua prima Emma Wedgwood e o casal, muito unido, terá dez filhos.

Evolução: Nada menos de 23 anos se passam entre a primeira viagem e "A origem das espécies": tempo de maturação necessário, e também de acumulação de testes científicos, antes da divulgação de suas teses. Dizer que as espécies não são imutáveis, "é como confessar um assassinato", afirma Darwin em 1844.

O rival: Enquanto recebe, em 1858, uma carta de um outro naturalista, Alfred Russel Wallace, mencionando idéias semelhantes às suas, Darwin ficou mortificado. As idéias dos dois se tornaram públicas ao mesmo tempo durante uma reunião científica, e a primeira versão de "A origem" é finalmente lançada no dia 24 de novembro de 1859. O livro faz um grande sucesso, mas desencadeia reações iradas das autoridades religiosas, que o viam como uma refutação da doutrina cristã da criação do mundo.

Igreja Vs Darvin: O debate chega ao auge com "A descendência do homem e a seleção ligada ao sexo", no qual Darwin demonstra em 1871 que o homem e o macaco descendem de um ancestral em comum. "Considerando agora com que brutalidade fui atacado pelos ortodoxos, parece-me grotesco que eu tenha tido alguma vez a intenção de ser pastor", ironiza em sua autobiografia.

Quando ele parou: Darwin morre em 1882, aos 73 anos. Ele é enterrado na abadia de Westminster, em Londres, não muito distante do físico Isaac Newton.

Fonte: Abril.

11 de fevereiro de 2009

Por que os padres não podem se casar?

A igreja diz que instaurou o celibato porque: "Eles devem se dedicar exclusivamente a vida religiosa" ou então "Para estar em comunhão com Deus e assim não podem assumir uma mulher como esposa" – Na verdade estes não foram os motivos mais fortes para que a igreja tomasse a decisão de proibir o casamento/sexo para seus sacerdotes, esta decisão não foi humanitária como a igreja alega hoje em dia, mas sim econômico, misturada com o apoio de passagens bíblicas como: "É bom para o homem abster-se da mulher" (Coríntios), que ajudaram a justificar tudo.

Na Idade Média (do século 5 ao 15), a Igreja Católica alcançou o auge do seu poder, acumulando muitas riquezas, principalmente em terras. Para não correr o risco de perder bens para os herdeiros dos membros do clero, o melhor mesmo era impedir que esses herdeiros existissem. Isso não fez muita diferença para os monges, que, por opção, já viviam isolados em mosteiros, mas em algumas paróquias a proibição gerou discórdia.


Faz sexo ou não faz, a igreja ainda enfrenta e
ste dilema:

No começo do século 16 o cristianismo passou pelo seu maior racha: Martinho Lutero rompeu com o papa e criou a Igreja Luterana, que permitia o casamento dos seus pastores - e permite até hoje.

Depois da Reforma Protestante, a Igreja Católica reafirmou o celibato, definindo no Concílio de Trento, em 1563, que quem o rompesse seria expulso do clero.

A regra se manteve até 1965, quando o papa Paulo VI permitiu que padres se casassem e continuassem freqüentando a Igreja (sem a função de padres, claro). Para conseguir essa liberação, o padre noivo precisa enviar um pedido ao Vaticano e esperar a autorização, que pode demorar até dez anos.

"João Paulo II tornou o processo mais demorado, mas Bento XVI está limpando a mesa", diz o teólogo Afonso Soares, professor da PUC-SP. Além de promover a tal limpeza, o novo papa surpreendeu, em agosto do ano passado, ao aceitar que o ex-pastor anglicano David Gliwitzki, casado e pai de duas filhas, e tornasse padre.



Mulher do padre
Veja como outras religiões tratam a vida amorosa de seus sacerdotes

Judaísmo
Rabinos podem ter relacionamentos e se casar. A única recomendação é que a esposa seja judia

Budismo
Não reconhece nenhum ser superior capaz de dar ordens de conduta, mas monges e monjas vêem a abstinência sexual como algo que eles devem se esforçar a aprender

Cristianismo protestante
Pastores (batistas, metodistas, da Assembléia de Deus ou de qualquer outra corrente) podem se casar. Entre os luteranos, há grupos de monges que, por opção, adotam o celibato

Cristianismo Ortodoxo
Homens casados podem virar padres, mas dificilmente serão promovidos a bispos. A regra é a mesma em correntes católicas orientais, como a maronita e a ucraniana

Islamismo
Qualquer homem (no islamismo, não há sacerdotes como no catolicismo) não só pode como deve ter quatro esposas, se puder sustentá-las, é claro. As mulheres, por outro lado, só podem ter um marido, Ohhhh coi
sa boa..

Fonte: Mundo E
stranho

10 de fevereiro de 2009

Quem acessa o blog?

Olá amigos, estamos interessados em saber quem você é. A cada mês mudaremos a enquete para que assim possamos traçar o perfil de nossos leitores, não que isso nos faça mudar, a princípio é uma mera curiosidade.

A primeira enquete é sobre sexo, quem acessa mais, os homens ou as mulheres. Se a mulherada ganhar, não vá pensando que vamos resolver colocar fotos de homens bonitos no Blog, caso queira ver um, é só me adicionar no MSN. Caso os homens vençam, estamos analisando a possibilidade um espaço bem sugestivo...

...brincadeiras a parte, queremos que você leitor nos ajude a aprimorar o blog, sua participação é muito importante para nós.

REFLEXÕES...(1)


Caro leitor. Este colunista/blogueiro também possui seus arroubos reflexivos. Assim, de tempos em tempos, conforme o sabor da inspiração aguçar minha escrita, estarei aqui, expondo alguns pontos de vista a respeito da vida.

Imagino que após a leitura deste parágrafo, uma indagação possa estar povoando a sua mente: mas um blog com vocação marcadamente humorística e crítica, por uma coluna denominada “A loucura nossa de cada dia”, configura-se como o veículo adequado para suportar reflexões? A resposta e positiva amigo leitor, por uma simples razão: a loucura nossa de cada dia é repleta de momentos de reflexão, sobre temas dos mais inusitados...

Pois bem! Deixemos esta breve introdução de lado e passemos a análise daquilo que motivou a construção deste texto: um filme, um singelo filme...”Menina de Ouro”...é um filme nem tão recente (2004), muito festejado pela crítica, o qual tive a oportunidade de assistir tão somente na última sexta-feira, através de transmissão “global”.

Para situa-lo meu caro leitor, passemos a um pequeno resumo do filme.

Frankie Dunn, interpretado pelo “monstro” Clint Eastwood (que também assina a direção e o roteiro do filme) é proprietário de uma academia de boxe nos EUA, freqüentada por alguns boxeadores, nenhum com grande talento, sendo auxiliado na administração desta por Eddie Dupus (histórica atuação de Morgan Freeman), um ex-boxeador, que ainda nos tempos de atleta, teve em Dunn uma espécie de “médico”.

Dunn e Dupus possuem vidas solitárias. O primeiro tem uma filha, a qual não tem contato algum há alguns anos...o segundo vive solitariamente na própria academia – e também é o interlocutor do filme.

Neste contexto, surge Maggie Fitzgerald (belíssima atuação de Hillary Swank), uma iniciante no mundo do boxe, com “apenas” 31 anos, que desde os 13 trabalhava como garçonete e, mesmo proveniente de uma família desestruturada e muito pobre, conseguiu guardar dinheiro suficiente (mediante incontáveis privações) para pagar 6 meses de treino na academia de Dunn, a quem Maggie chamava carinhosamente de “patrão”.

Resumindo a história, após muita insistência de Maggie, Dunn descobre grande talento nesta novata boxeadora e, mediante muita renúncia, dedicação e confiança, Maggie se torna uma lutadora de grande renome, porém, tem sua carreira interrompida abruptamente na luta mais importante de sua vida: a disputa do titulo mundial: após uma manobra ilegal de sua adversária, veio a sofrer uma queda e colidir seu pescoço na ponta de um banco, o que a deixou tetraplégica, ou seja, sem qualquer tipo de movimento abaixo do queixo – inclusive respirava somente através da ajuda de um respirador automático.

Após tentar lutar contra esta situação, sempre apoiada por Frank, vale dizer, passou a representar a figura de seu próprio pai e única família, sucumbe a fragilidade humana e, num momento de total desespero, pede a Frank para que desligue seu respirador e a deixe morrer, no que, não sem muito refletir e relutar, é atendida, em uma das últimas seqüências do filme....sem dúvidas uma das reflexões mais densas que já vi a respeito da eutanásia.


Pois bem. Mesmo não concordando com o desfecho do filme (no Brasil, a eutanásia é crime tipificado no Código Penal – auxílio a suicídio, definido no artigo 122 do Código Penal, punido com reclusão, de 2 a 6 anos), todo este contexto me despertou vários questionamentos a respeito da vida e suas “injustiças”.

Maggie representa o estereótipo de muitas pessoas que, mesmo oriundas de situações econômicas e sociais desfavoráveis, vencem todos os obstáculos e alcançam seus objetivos...fixam uma meta e só se tranqüilizam com um simples resultado: a vitória.

Porém, a vida, com seus caminhos tortuosos, e muitas vezes irônicos, dão seu próprio desfecho de forma absurda, injusta, inaceitável: se retira do indivíduo a possibilidade de viver o próprio sonho.

Caro leitor, este enredo já se repetiu por incontáveis oportunidades na vida real...todos nós já presenciamos acontecimentos assim...inclusive até em nossas vidas....o que, vale ressaltar, não pode representar uma fonte de desencorajamento frente as intempéries da vida!

A reflexão que registro hoje é a seguinte: todos nós que, de uma forma ou de outra, temos nossos corpos perfeitos, ágeis, funcionais, com cérebros perfeitos, ansiosos por novas informações, não temos o direito de nos sentir desmotivados com nada! A falta de dinheiro, que normalmente é o grande fator desmotivante, na maioria das vezes é fruto da nossa própria acomodação.

Sejamos fortes! Enfrentemos a vida de peito aberto, assumindo todos os riscos necessários, mas sempre e sempre buscando a felicidade. E mesmo que a vida altere um pouco nossos caminhos, modifique as rotas em busca deste objetivo, jamais nos desviemos do objetivo final: seja feliz!

PS: Para aqueles que consideraram este texto um amontoado de frases feitas inspiradas em “best-sellers” de auto-ajuda, sugiro a seguinte experiência: assistam o filme, mergulhem em seu enredo e, ao final, se flagrem emocionados, gratos a Deus por suas mãos e pés perfeitamente articulados e movimentáveis, prontos a enfrentarem a vida.

Anarquia - Aqui e agora

Dois séculos atrás, os anarquistas imaginaram um mundo sem chefes, leis ou políticos. Hoje, a tecnologia está tornando esse sonho - ou pesadelo - mais próximo do que você imagina

Que tal viver em um mundo sem hierarquia e sem leis, sem governos nem papas? No século 19, os anarquistas imaginaram uma sociedade assim. Os indivíduos se encontrariam acima dos Estados, criando e dividindo produtos entre si. Não existiriam monopólios, e o conhecimento seria produzido de forma coletiva. Nacionalidades seriam desprezadas, e as mulheres teriam os mesmos direitos que os homens. "O homem só se emancipa e se liberta através do esforço coletivo de toda a sociedade", dizia o anarquista Mikhail Bakunin. Um discurso bonito, mas impossível. Salvo algumas experiências efêmeras, o anarquismo nunca virou realidade.
Será? Hoje, a Wikipedia é a maior enciclopédia do mundo graças ao esforço coletivo dos internautas. Como prega o anarquismo, ela foi formada pelos próprios leitores, que escreveram e editaram verbetes. No ano passado, os brasileiros dividiram entre si mais de 1 bilhão de arquivos de música e levaram milhões de vídeos a sites de conteúdo coletivo como o YouTube. Artistas e bandas famosas, como David Byrne e os Beastie Boys, declararam suas músicas de uso público, como fariam os anarquistas. Fora da realidade virtual, está na moda proteger os animais e deixar de comer carne – bandeiras lançadas pelos pensadores libertários do século 19.
Estamos vivendo em um mundo anarquista?

História das idéias
A princípio, não. "O poder do Estado pode estar menor, mas não foi substituído pelo poder popular", diz o historiador britânico Michael Eaude. Além disso, o espírito comunitário e os movimentos baseados no esforço coletivo sempre existiram. Na Antiguidade, os filósofos taoístas pregavam ideais libertários, e os estóicos advertiam que o homem não devia ceder diante da opressão. Durante a Idade Média, diversas seitas religiosas (como os valdenses e os albigenses) se organizaram num esquema de autogestão fora das ordens do papa. Porém, a união da Igreja com os Estados impedia que essas manifestações coletivistas deixassem de ser marginais.

A coisa só mudou no século 18, quando a diferença entre sociedade civil e Estado ficou clara. Foi quando a Revolução Francesa desbancou o rei, guilhotinou os nobres e ceifou o poder da Igreja. A partir de então, conceitos esquecidos, como democracia, igualdade e liberdade, ganharam força. As pessoas se deram conta de que Estado é uma coisa, sociedade é outra. E se a sociedade se apoderasse do governo? E se pudesse viver sem ele? Com essas idéias na cabeça, o povo saiu às ruas de toda a Europa do século 19, se organizando em torno de duas ideologias principais.

Uma era a do alemão Karl Marx, que via na luta de classes a raiz de problemas como pobreza e violência. Para Marx, a dominação de classes desapareceria só depois que os revolucionários tomassem o poder e transferissem a propriedade para a esfera coletiva. Algo como confiscar todos os bens e dividi-los entre todos. Já o francês Joseph Proudhon pensava diferente. No livro O Que É a Propriedade?, ele afirmou que "a propriedade é um roubo" e "os governos são a maldição de Deus". Ou seja: Proudhon condenava a propriedade privada do mesmo jeito que Marx, mas rejeitava qualquer forma de Estado, mesmo com os trabalhadores no comando. "Como buscam o poder, todos os partidos são variantes do absolutismo", dizia.
Em 1872, seus seguidores romperam com os marxistas durante o Congresso de Saint-Imier, na Suíça. "Eles deixaram claro que a destruição de qualquer poder político era o primeiro dever do proletariado", diz o escritor argentino Eduardo Colombo no livro La Voluntad del Pueblo ("A Vontade do Povo", inédito no Brasil). O segundo passo seria a associação dos indivíduos por meio de cooperativas operárias, que em conjunto formariam uma federação. Várias federações conduziriam à sonhada sociedade libertária, livre de opressão.

Para as cooperativas saírem do papel, Proudhon apostava num tal Banco do Povo, que emprestaria com juro mínimo para que o pessoal levasse adiante seu negócio sem depender de patrão. Na linguagem anarquista, essa prática é chamada de mutualismo. Proudhon se elegeu deputado para conseguir apoio à causa, mas logo viu que o trabalho na Assembléia apenas o afastava do povão. Era um governante que não queria governar. Em vez da democracia representativa, ele propunha a ação direta. Você mesmo faz o que te diz respeito.

O Banco do Povo até chegou a ser criado, mas nunca funcionou direito por causa da língua solta de seu fundador. Proudhon vivia criticando o governo de Napoleão 3º em artigos de jornais. Acabou preso. Mas o caminho já estava aberto para outros libertários. Um deles foi o russo Mikhail Bakunin, que adicionou pimenta revolucionária na receita anarquista. "Destruir para criar!", bradava o grandalhão enquanto fugia das tropas do czar Alexandre 2º. No manuscrito Deus e o Estado, Bakunin denunciava os absurdos cometidos em nome do criador: "Se Deus existe, então o homem é escravo. Mas o homem pode e deve ser livre; portanto, Deus não existe".

Bakunin concordava com Marx sobre a idéia de dividir fábricas, empresas e fazendas entre todos. Mas dizia que ela não deveria ser feita por uma autoridade, e sim por uma decisão do povo, de baixo para cima. O anarcocomunismo ganhou impulso com outro russo, Piotr Kropotkin, cujo lema era "de cada um segundo sua capacidade e a cada qual segundo sua necessidade".

Com ou sem diferenças, os anarquistas trataram de colocar suas idéias em prática. Alguns foram para o movimento operário, influenciando os trabalhadores e todo o pensamento de esquerda que segue até hoje. Outros decidiram também criar sociedades perfeitas a partir do zero em lugares distantes como o Brasil. "A anarquia não começaria numa data marcada, mas como um processo contínuo à medida que o homem evoluísse e deixasse o mundo animal", afirma Colombo. Essa é a lógica anarquista: se a sociedade é um produto natural, então o homem não precisa de nenhum fator externo para viver em harmonia. Portanto, todos aqueles que tentam impor leis e governos são inimigos. Tudo muito lindo, muito justo. Mas será que funciona?


Liberdade online
A diferença é que hoje, com a internet, os fenômenos libertários não são mais utópicos ou marginais. Pelo contrário. De cara, a internet fez uma baita revolução contra a TV ao juntar o emissor com o receptor da mensagem. No lugar da passividade, a ação direta. A web também abriu a era do conhecimento livre e compartilhado. A largada foi dada nos anos 80, quando o programador americano Richard Stallman bolou um sistema operacional de código aberto e o chamou de GNU (sigla para "GNU não é Unix", em alusão a um sistema operacional da época). Com ele, você mesmo corrige e melhora o trabalho de outros. Em 1991, surgiu o filhote mais famoso do GNU: o Linux, um sistema aberto alternativo ao monopólio do Windows que inaugurou a onda dos produtos feitos por voluntários e distribuídos de graça. Era o início do chamado movimento software livre. Hoje, esse método é usado até em videogames. Nos games mods (de "modification"), o jogador tem acesso ao código- fonte do game, podendo modificar as regras, os cenários e até os personagens.

Em 1994, outra revolução veio com o conceito wiki, baseado na colaboração de todos os habitantes do planeta que tenham conexão a internet. "Não me considero anarquista, mas há algo de anarquismo no wiki já que nele tudo é feito de baixo para cima", disse à Super o programador americano Ward Cunningham, criador do sistema wiki. Não demorou para que esse conceito inspirasse a Wikipedia, a enciclopédia grátis da internet cujos artigos são escritos a várias mãos. Ao contrário dos catataus de quando você era criança, na Wikipedia os textos são alterados pelos leitores à medida que o conhecimento avança. É como o que dizia Bakunin sobre o esforço coletivo para libertar a sociedade.

No mundo dos negócios, a onda wiki inspirou o livro Wikinomics, que está sendo escrito pelo consultor canadense Don Tapscott. "Ao aproveitar a tecnologia da colaboração planetária, os funcionários, clientes, fornecedores e até competidores estão mudando a forma de elaboração de produtos e serviços", afirma ele. Um exemplo disso é o portal YouTube, que reúne 100 milhões de vídeos grátis – 65 mil vídeos novos por dia. O portal abriga de tudo, de vídeos feitos por quem assiste até programas das emissoras convencionais. Com 20 milhões de visitas por mês, essa nova (des)organização vem mudando as regras da indústria do entretenimento. A gravadora Warner se associou ao YouTube para distribuir discos; as TVs CBS e NBS também fizeram acordos para difundir seus seriados; e o cantor Beck já anunciou que as faixas e os clipes do novo cd vão estar de graça no site.

Empresas como o buscador Google, que se baseiam no comportamento de gente do mundo inteiro, também viraram motivo de análise. Em The Wisdom of Crowds ("A Sabedoria da Multidão"), o jornalista americano James Surowiecki afirma que grandes grupos são mais inteligentes que uma elite. São melhores para inovar e resolver problemas. "O melhor grupo de decisão vem de múltiplas decisões de indivíduos independentes", afirma Surowiecki, repetindo o que Proudhon dizia, 160 anos atrás.

Mas essa colméia digital também sofre críticas. Para o cientista de computação Jaron Lanier, que popularizou o termo "realidade virtual", a colaboração planetária acaba com a criatividade individual para formar uma massa sem rosto, que ele chama de "maoismo digital" (em alusão ao regime do ditador chinês Mao Tsé-tung). Para ele, esse esforço coletivo acaba reproduzindo a vida rotineira de uma colméia e nivelando por baixo o produto final. "A beleza da internet é conectar as pessoas. O valor está nos outros. Entretanto, se começarmos a acreditar que a internet em si é uma entidade que tem algo a dizer, vamos desvalorizar essas pessoas e nos fazer de idiotas", afirma.

No campo da ciência, os ideais libertários confrontam-se com a crescente restrição do livre fluxo de informação científica. Um estudo publicado pela Associação Médica Americana em 2002 mostrou que 47% dos geneticistas não puderam ver trabalhos de colegas devido a leis restritivas, um aumento de 34% em relação ao estudo anterior, de meados dos anos 90. Muitos acabam fazendo pesquisas já realizadas por outros cientistas. É aí que entra em cena o Creative Commons, uma ferramenta que conjuga propriedade intelectual com maior acesso. Na prática, o autor continua tendo alguns direitos sobre a obra, mas não todos; e o público se beneficia com mais obras disponíveis. Em pouco mais de 3 anos, essa iniciativa já licenciou 140 milhões de trabalhos na web por meio do Google. "Não somos contra o copyright, que no fim das contas é um monopólio garantido pelo Estado. Porém, contamos com voluntarismo, cooperação, descentralização, bases do pensamento anarquista", diz Mike Linksvayer, do Creative Commons. Para o escritor e teórico de cibercultura Bruce Sterling, esse é o modelo ideal. "Tem forte influência de idéias coletivistas, ao contrário do download de mp3", afirma ele. "Prejudicar os interesses econômicos das pessoas não é coletivismo, mas pirataria."

Ainda mais próximo do ideal anarquista é o chamado copyleft, que faz trocadilho com o copyright (right é direita, left é esquerda): ele permite a reprodução do material para fins não comerciais, desde que citada a fonte. Muita gente duvida que esse sistema vigore um dia. Mas, para Eben Moglen, professor de direito da Universidade de Columbia, esse dia está mais perto do que pensamos. No artigo Anarquismo Triunfante: Software Livre e a Morte do Copyright, ele afirma que o software livre foi o primeiro passo rumo ao fim da propriedade intelectual. "Temos uma visão de como será o futuro da criatividade humana em um mundo de interconexão global."

Comunidades virtuais
A internet também tornou possível a criação das chamadas redes transnacionais. Com o barateamento da telefonia e do transporte entre países, tornou-se possível relacionar-se intensamente com pessoas a milhares de quilômetros de distância umas das outras. "Ao contrário das outras duas formas de organização (o mercado e a hierarquia), a rede é horizontal, recíproca e voluntária", diz a socióloga Kathryn Sikkink, da Universidade de Minnesota. Opa: esses são os princípios do anarquismo de Proudhon!
Há redes de todo tipo – de direitos humanos a meio ambiente – e muitas delas se opõem ao Estado. Em Londres, uma rede de direitos humanos prendeu o ex-ditador chileno Augusto Pinochet em 1998. Até então, nenhum governo tinha tomado essa iniciativa. "Pode acontecer que até integrantes de um governo façam parte da rede. O juiz Baltazar Garzon é membro do sistema judicial espanhol e conseguiu levar adiante a ação contra Pinochet, o que o governo espanhol não queria", diz Sikkink.

Graças ao conceito de rede, estar num lugar já não significa pertencer só à comunidade local, como mostrou Mohammed Atta, líder dos ataques do 11 de Setembro, que freqüentava boates americanas enquanto fazia parte da mais perigosa seita fundamentalista. Podemos também pertencer a comunidades sem importar o local onde vivemos, a exemplo do orkut. Além disso, cada vez mais pessoas moram num país e trabalham em outro, espécies de cidadãos acima dos Estados. Empresas de telemarketing dos EUA contratam funcionários na Venezuela para vender produtos aos americanos (ligando de Caracas).

Mas a rede também alenta o traço anarquista de potencializar o terror. É certo que anarquistas e jihadistas têm metas opostas: uns querem abolir o Estado, outros buscam implantar um Estado ainda mais autoritário, a teocracia. Mas os métodos coincidem. "Para jihadistas, leia-se anarquistas", estampou uma reportagem especial da revista inglesa The Economist no ano passado. Os dois grupos usam a "propaganda pela ação". Kropotkyn dizia que um ato vale mais que 1000 panfletos. Bin Laden não tem dúvida disso: atos como os dele surgiram na história moderna com os revolucionários de esquerda. Se por um lado o conceito de redes nos liberta, por outro propicia distopias como essas.

Rumo ao anarquismo?
Para o bem ou para o mal, os dias de hoje herdaram vários traços do anarquismo. Mas isso não significa que estamos caminhando para uma sociedade sem chefes ou governo. "Boa parte do poder do Estado tem sido ocupado pelas multinacionais – a antítese da organização anarquista de baixo para cima", diz Michael Eaude. Também não basta a ausência de Estado para que a sociedade libertária aconteça. Como dizia o anarquista italiano Errico Malatesta, ela só será possível se a comunidade quiser.

E ninguém imagina que um dia viveremos sem comércio ou dinheiro. "A história nos ensinou que não dá para prescindir do mercado. Não se pode falar em autonomia das pessoas se eliminamos a autonomia econômica", diz o cientista político Fábio Wanderley Reis, da Universidade Federal de Minas Gerais. Ou seja: existem vários motivos para a existência da propriedade e do governo. "A sociedade precisa de certa ordem para evitar a barbárie, e o autogoverno é o caminho mais rápido para a barbárie", diz o cientista político Marcus Figueiredo, do Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (Iuperj). "À medida que o auto-governo se espalha, a ordem social vai sendo quebrada." O problema é que, na história, o Estado já resultou em barbáries maiores que as que a anarquia poderia tornar possível. O cientista político Rudolph Rummel, da Universidade do Havaí, coletou o número de assassinatos que os Estados cometeram no século 20. Na ponta do lápis: 170 milhões. Os mais mortíferos foram URSS (62 milhões), China (35 milhões) e Alemanha nazista (21 milhões).
Anarquistas ou não, o fato é que estamos vivendo uma transformação desse polêmico conjunto de instituições que chamamos de Estado. No século 17, o Estado nasceu por duas concepções principais. A primeira foi a do inglês Thomas Hobbes. Ele dizia que os homens viviam no chamado estado de natureza, em que os temores e as paixões provocavam uma luta de todos contra todos. Para se proteger, não haveria outra saída que se submeter a um governo com o monopólio da força, que Hobbes comparava com um monstro da Bíblia chamado Leviatã. É simples: as pessoas abrem mão de parte da liberdade em troca de proteção.
A segunda concepção vem da Paz de Westphalia, um tratado firmado em 1648 que fez do Estado a mais importante unidade política da Europa, acima da Igreja e dos indivíduos. "Ao contrário da barganha indivíduo-Estado pensada por Hobbes, esta era entre os países. Ou seja: eu reconheço que você existe e não interfiro dentro de suas fronteiras", diz o sociólogo Michael Stohl, da Universidade de Purdue, EUA. Em outras palavras, os Estados nacionais ganharam soberania.

Hoje, esses dois modelos vivem uma grande crise. O Estado não protege um cidadão contra o outro, como provam os ataques do PCC em São Paulo. Ao mesmo tempo, a soberania de muitos países não passa de ficção. Haiti, Somália, Congo e vários outros não conseguem exercer controle nem fornecer serviços em amplas partes de seu território. Nem os superestados, como os EUA e os países da União Européia, exercem o controle do passado. "No fim do século 19, a rainha da Inglaterra governava 20% do território e da população do planeta", diz o sociólogo Fareed Zacharia, editor da revista Foreign Affairs. Nessa época, a supremacia era feita na base de navios e telégrafos; hoje, com os aviões e a internet, os Estados já não cercam as pessoas como antes. "A tecnologia permite que os indivíduos driblem o controle do fluxo de produtos, dinheiro e informação", diz a cientista política americana Janice Thompson no livro Mercenaries, Pirates and Sovereigns ("Mercenários, Piratas e Soberanos", inédito no Brasil).

O Estado também não é um guardião de identidade nacional. A interação entre pessoas de diferentes países está levando à construção da chamada identidade cosmopolita. "Além de se considerar cidadãos de um país, muita gente se identifica com outros valores. A identidade nacional não desaparece, mas convive com uma nova, numa espécie de dupla nacionalidade", diz Kathryn Sikkink, da Universidade de Minnesota.

Essa crise já se reflete nos governos e nas pessoas. Na Suíça, a figura do vereador dá lugar à do conselheiro voluntário, mais envolvido com a comunidade. Outros exemplos mostram que as pessoas já não querem depender do governo para resolver problemas como luz, água, tipo de educação e segurança. Em setembro, 10 mil pessoas assistiram a um show de rap para festejar os 34 anos da favela Godói, em São Paulo. Não havia um só policial para tomar conta: os próprios moradores revistaram as pessoas na entrada. Duas semanas depois, 34 artistas transformaram uma biblioteca pública meio abandonada, a Adelpha Figueiredo, em uma belíssima galeria de arte, onde funciona o Projeto Pari. Detalhe: a exposição não tem curador.
Em 1842, 6 anos antes de Marx escrever O Manifesto Comunista e quando o anarquismo ainda engatinhava na Europa, 236 operários franceses criaram, em São Francisco do Sul, norte de Santa Catarina, o Falanstério do Saí, também chamado de Colônia Industrial Francesa. Foi uma das primeiras experiências do socialismo utópico e do anarquismo do mundo. Os operários deveriam trabalhar por prazer, e tudo o que produziam era dividido. Mas a idéia durou menos de um ano. Com pouca estrutura, pouco acostumados com o trabalho rural e passando por várias brigas, o grupo se desfez. Seu principal criador, Benoit Jules Mure, se mudou para o Rio de Janeiro, virando o difusor da homeopatia no Brasil. A experiência mais longa foi feita por imigrantes italianos no Paraná: a Colônia Cecília. Apesar de pregar a ausência de líderes, a comunidade nasceu com o apoio de dom Pedro 2º, que se empolgou com as idéias dos anarquistas e cedeu a eles 300 alqueires. Três anos depois, quando o Brasil já era República, a Colônia Cecília começou a funcionar em Palmeira, a 80 quilômetros de Curitiba. Chegou a reunir cerca de 200 italianos, entre camponeses, intelectuais e artesãos. Toda a renda era dividida, não havia regulamentos, horários, cargos ou hierarquia. Houve até um princípio de amor livre, com dois homens vivendo com a mesma mulher, sem problemas. Mas a Colônia Cecília logo foi atacada pela miséria. Em 1893, um roubo de dinheiro vindo da colheita de milho fez a colônia minguar. As famílias foram para as capitais, engrossando as primeiras greves do século 20. Entre os que foram para São Paulo, estavam os Gattai, avós da escritora Zélia Gattai, hoje viúva de Jorge Amado e autora do livro Anarquistas, Graças a Deus.

Anarco-individualismo
ONTEM: Essa é a cara egoísta do anarquismo, inspirada nas idéias do alemão Max Stirner. Ele falava que era preciso atacar tudo o que contrariasse a vontade do indivíduo e evitar qualquer tipo de vínculo, regra ou moral. "A única regra sou eu", dizia.
HOJE: Psicanalistas afirmam que o pensamento de Stirner sobrevive na visão do progresso próprio, como propõem os livros de auto-ajuda. É aquela coisa do "você consegue vencer", "você pode ultrapassar os obstáculos", que talvez ajudasse mais se essas obras também incentivassem a confiança nos outros.

Anarco-capitalismo
ONTEM: O economista austríaco Ludwig von Mises foi o pai dessa tendência, também chamada de libertarianismo. Seus discípulos são contra o Estado, mas a favor da propriedade privada. Dizem que tudo que os governos fazem, os indivíduos e as empresas podem fazer melhor.
HOJE: Associações de bairro contratam empresas de segurança porque já não querem depender do governo. Fundações como a de Bill Gates doam milhões de dólares para ajudar a combater epidemias. E até mesmo governos do mundo todo passam a terceirizar serviços.

Federalismo
ONTEM: O pensador Joseph Proudhon pregava a organização dos indivíduos a partir de múltiplos contratos: individuais, profissionais e universais. As associações operárias dariam conta do recado usando autogestão e coletivismo.
HOJE: Iniciativas como Creative Commons, Wikipedia e troca de vídeos estão transformando a internet em uma nova forma de organização social. Pessoas do mundo todo compartilham informação e aprimoram os trabalhos de forma coletiva. Esse sistema está sendo incorporado por empresas e grupos de pesquisa.

Anarco-sindicalismo
ONTEM: A espanhola Federica Montseny via no sindicato o principal instrumento da luta anarquista, cuja grande arma era a greve geral. Ela participou da Confederação Nacional do Trabalho (CNT), da Espanha, em que sindicatos se organizavam de baixo para cima sob os princípios de ajuda mútua e ação direta.
HOJE: Acontece o contrário. Os sindicatos deixaram de ser instrumentos de conquista operária, como no Brasil dos anos 70. Ou sofrem de esvaziamento ou de autoritarismo. O anarquista Malatesta já alertava que o sindicato devia ser temporário para não cair nos vícios dos partidos.

Anarco-comunismo
ONTEM: Bakunin e Kropotkyn buscaram um equilíbrio entre a idéia de "indivíduos acima de tudo" e a economia coletivizada. A propriedade estaria nas mãos de instituições voluntárias, que dariam ao trabalhador o direito de desfrutar do produto de seu próprio trabalho.
HOJE: Essa visão floresceu em fábricas e cooperativas onde não existe a figura do patrão nem do empregado. Hoje, mais de 300 empresas de porte médio trabalham no sistema de autogestão. O anarco-comunismo também combina com a ecologia social e sua máxima "agir local, pensar global".

Anarquiarevolucionaria
ONTEM: Anarquistas como Bakunin e Nietchaiev pregavam a propaganda pela ação: o assassinato de líderes políticos para dissuadir os cidadãos da política. Em 18 anos, anarquistas mataram 7 grandes líderes mundiais. Os crimes tornaram o anarquismo caso de polícia e são tidos como os primeiros atos terroristas da era moderna.
HOJE: Apesar de lutarem por uma sociedade oposta à proposta pelos anarquistas, os terroristas islâmicos usam táticas criadas por eles. Ataques a bomba em trens do metrô e embaixadas são atos que, como dizia Kropotkyn, "valem mais que 1000 panfletos".

Fonte: Super Interessante

9 de fevereiro de 2009

Coxinha de Frango com Conhaque

“Enquanto sento aqui sozinho com a garrafa minha cabeça flutua...”

Desde garoto, às vezes, algo germina na minha mente, pensamentos claros, coisas que sempre me deixam absolutamente embasbacado, por alguns instantes sinto que alguma alma perdida muito esclarecida e inspirada tomou posse do meu corpo, e nesses momentos, que não duram muito, parece que toda filosofia já vista e entendida por minha pobre alma faz algum tipo de sentido, de forma que o mais esdrúxulo tema passível de uma nobre reflexão torna-se objeto de uma longa divagação minha. O dissabor destes lapsos de genialidade é nunca ter por perto um simples lápis e um pequeno pedaço de papel para anotar algo disto tudo que se origina e se esmorece em alguma região obscura de minha mente, pois, acredito que tudo isto daria um belo compêndio sobre filosofia, claro que qualquer coisa deste tipo é uma heresia a própria filosofia, mas, pelo menos serviria e teria algum sentido para mim. Tenho que deixar bem claro que estas coisas na qual me perco por longos instantes é deveras para mim muito espantoso, assombra-me aceitar ser tudo fruto de minhas reflexões, enfim, é importante saberem que tais talvez só tenham sentido ou pareçam grandiosas para mim, assim como qualquer coisa muito subjetiva criada por qualquer pessoa comum, mas também pode não ter objetivo nenhum e ser vista com olhos estranhos e serem interpretadas e avaliadas de diferentes maneiras, como por exemplo, a obra de um artista.

Tenho muita sorte quando sou interrompido por alguém no meio dessa tal espécie estranha de transe reflexivo, nestes raros momentos abençoados tenho o prazer de compartilhar praticamente tudo que se passa pela cabeça, pelo menos eu consigo passar alguma dessas idéias adiante, e por fim acabo dizendo coisas que por mais que pareçam não ter pé, aos olhos dos espectadores transparece um bocado de boas impressões que para surpresa minha já resultou em idéias fixas que se escondem na mente deste e de tempos em tempos reaparece em temas similares.

Alimentado por dezenas de compreensões positivas me aventurei diversas vezes em repetir o sucesso de minhas análises verbais em documentos escritos, é claro, em busca do que todo homem deseja, reconhecimento e admiração que dure pela eternidade, ou seja, em algum momento da história da humanidade influenciável para algum grupo de pessoas esclarecidas, pensei diversas vezes ser possível ser um Rimbaud moderno da filosofia.

- “Ah tolice!” – claro! Mas quem nunca é que nunca se imaginou grande?

È claro que falhei em todas as empreitadas de se eternizar, simplesmente por não ser o suficiente capaz de traduzir em ordem lógica e minimamente compreensível sequer um décimo do elaborado no meu encéfalo.

E, por mais que eu beba não encontro nada que me ajude transformar minhas quimeras em realidade concreta, então nada mais me faz crer que eu não seja uma farsa buscando a glória, alguns amigos acham que a muita amargura ou o cinismo nas minhas concepções possam ser divertidos, que minha análise crítica das coisas e pessoas e meu ímpeto de convencimento são interessantes, por isso venho dispor alguns minutos livres de meu tempo para escrever qualquer coisa para que algum interessado possa ler aqui.

Boa leitura. Mas não se enganem, eu não posso evitar que minha alma insana não encare meu fracasso, meu ego me confunde, não há saída, prefiro comer coxinha de frango e me afundar no conhaque ao som de Let it Loose.

“ ...minha consciência está vindo atrás de mim.”

O padre voador

8 de fevereiro de 2009

A relevancia do Big Brother em um julgamento

"Sem o televisor, como o autor poderia assistir às gostosas do Big Brother?"
Da sentença do juiz Cláudio Ferreira Rodrigues que determinou a indenização de consumidor que comprou uma TV com defeito.

Fonte: Revista Veja - edição 2099

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Mas Meritíssimo, hoje já é possível assistir ao BBB pela internet e de graça. Clique aqui para assistir este lix.., digo programa.

Evolução do "você me faz rir"

(como meu menino cresceu!)

7 de fevereiro de 2009

Em busca da felicidade

A busca da felicidade é o combustível que move a humanidade – é ela que nos força a estudar, trabalhar, ter fé, construir casas, realizar coisas, juntar dinheiro, gastar dinheiro, fazer amigos, brigar, casar, separar, ter filhos e depois protegê-los. Ela nos convence de que cada uma dessas conquistas é a coisa mais importante do mundo e nos dá disposição para lutar por elas. Mas tudo isso é ilusão. A cada vitória surge uma nova necessidade. Felicidade é uma cenoura pendurada numa vara de pescar amarrada no nosso corpo. Às vezes, com muito esforço, conseguimos dar uma mordidinha. Mas a cenoura continua lá adiante, apetitosa, nos empurrando para a frente.

Saiba porque dinheiro, casamento, futuro, carro novo, beleza e status fazem com que nos tornemos pessoas infelizes e conheça a verdadeira felicidade


- Receita para a felicidade

Prazer
• Permita-se ter experiências sensorialmente agradáveis de vez em quando. Não se trata só de emoções fortes. A maior parte dos prazeres é bem simples: conversar, ver uma paisagem bonita, comer algo gostoso.

• Tire "fotografias mentais" dos momentos agradáveis de sua vida – repare nos detalhes, nas cores, nos cheiros. Nas horas difíceis, tente recordar-se de tudo.

• Tenha companhia. Quase todas as pessoas sentem-se mais felizes quando estão com outras pessoas. Claro que isso não significa evitar a solidão a qualquer custo, mas é importante ter amigos.

Engajamento
• Dedique-se a tudo que você faz, no trabalho ou fora. Lembre-se: a diferença entre um emprego chato e um emprego legal pode ser a sua postura. Se você se envolver mais, ele vai ficar mais divertido.

• Arrume uma atividade desafiadora, difícil, e esforce-se para se tornar cada vez melhor nela. Yoga, aeromodelismo, videogame, natação, flauta, mountain bike, culinária vegetariana, bateria. Há opções para todos os gostos.

• Exercite-se. Esporte praticado com freqüência aumenta a disposição para a vida e em geral nos deixa mais ligados no mundo e no nosso próprio corpo. Algumas pesquisas sugerem que dar risada é um ótimo exercício.

Significado
• Pesquisas mostram que escrever num diário as coisas pelas quais você é grato garante um aumento no nível de felicidade que dura seis semanas. Portanto, de tempos em tempos, lembre-se de agradecer.

• Faça atos de altruísmo ou bondade. Colabore com alguma instituição humanitária, ensine algo que você saiba (não interessa se as aulas são de alfabetização ou de guitarra), saia do seu caminho para ajudar alguém.

• Se tem alguém que foi importante na sua vida, ainda que num passado remoto, faça-o saber disso, de preferência com uma visita pessoal. Os cientistas dizem que essa "visita de gratidão" pode valer um mês de felicidade.



- Receita para a infelicidade


Dinheiro
• Ele só traz felicidade até o momento em que cobre as necessidades básicas. Depois disso, mais dinheiro não altera o nível de satisfação. E um foco exagerado em coisas materiais vai esvaziar sua vida de significado.

Casamento
• Condicionar a felicidade a fatores sobre os quais você não tem controle não pode dar certo. Além disso, um casamento não tem nada a ver com um estado perene de alegria. Ele tem altos e baixos como tudo na vida.

Futuro
• "Vou ser feliz quando eu terminar de pagar meu apartamento." É importante ter metas, mas achar que a felicidade está no futuro só adia sua realização. Sem falar que, depois de quitar a dívida, é provável que você invente outra meta, ainda mais difícil.

Carro novo
• Nossa cultura consumista e a publicidade criam necessidades novas a cada minuto. Às vezes o carro antigo ainda funciona muito bem, mas você se convence de que não pode viver sem o modelo maior que foi lançado esse mês.

Beleza
• Mais um caso de expectativa irreal. Em primeiro lugar, porque é impossível ter um corpo e um rosto perfeitos. Em segundo, porque nada disso é garantia de felicidade. Pergunte à Gisele Bündchen se ela não sofre às vezes.

Status
• Priorizar símbolos de status indica uma preocupação maior com os outros do que com você mesmo. Uma cobertura de frente para a praia é boa por causa da vista maravilhosa, não porque vai deixar os amigos morrendo de inveja.

- Felicidade é...

... "viver em paz e harmonia." - Visão budista

... "a atividade da alma dirigida pela virtude." - Aristóteles, filósofo grego (384–322 a.C.)

... "uma boa saúde e uma memória ruim." - Ingrid Bergman¸ atriz sueca (1915-1982)

... "breve. Nunca chame um mortal de feliz até ver como ele baixou à sua tumba." - Eurípedes, dramaturgo grego (480-406 a.C.)

... "um mistério como a religião. Não deveria nunca ser racionalizada." - Gilbert Keith Chesterton, escritor inglês (1874-1936)

... "algo que não alcançaremos neste mundo, mas apenas após a salvação." - Visão cristã

... "um estado imaginário, antes atribuído pelos vivos aos mortos, hoje geralmente atribuído pelos adultos às crianças e pelas crianças aos adultos." - Thomas Szasz, psiquiatra húngaro (1920-)

... "um subproduto de alguma outra coisa que a gente está fazendo." - Aldous Huxley, escritor inglês (1894-1963)

... "o caminho. Portanto, não existe caminho para a felicidade." - Mahatma Gandhi, líder nacionalista indiano (1869-1948)

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