Destaques

29 de abril de 2009

O vestibular tradicional está acabando e vai tarde


Em 1911, boa memória era sinônimo de inteligência. Até dá para entender. Naquela época, quando o governo brasileiro tornou o vestibular obrigatório para universidades públicas e particulares, conhecimento era coisa para poucos. Ter um baú de informações na cabeça já permitia a qualquer um ser pelo menos um bom profissional. Então não era surpresa que os vestibulares se preocupassem em testar basicamente a capacidade de memorização.

Um século e muita decoreba depois ela continua sendo uma habilidade louvável, mas não é nem nunca foi a mais importante – só a mais fácil de testar numa prova. Coisas fundamentais, como o raciocínio e a criatividade, ainda são menos levadas em consideração do que deveriam na hora de selecionar quem entra na universidade. Não é de espantar, então, que muita gente deseje a morte dos testes tradicionais. E não é desculpa de estudante burro: o próprio Albert Einstein dizia que a obrigação de decorar fórmulas foi a maior, e mais inútil, tortura pela qual passou na vida. Por isso mesmo todo mundo interessado no assunto vibrou quando o Ministério da Educação anunciou uma nova versão do Exame Nacional do Ensino Médio para substituir e unificar as provas das universidades federais. A exemplo do Enem antigo, ela promete exigir muito mais análise e raciocínio lógico do que informação bruta a ser decorada. Está aí a solução para o tormento?

Vamos ver. O MEC admitiu que inspirou-se no americano SAT (sigla em inglês para Teste de Medição Escolar), que é aplicado 7 vezes por ano (por enquanto aqui é só uma, mas a ideia é alcançar 7 também). Em duas versões: uma de raciocínio, que avalia matemática, leitura crítica e redação, e outra que testa o aprendizado de matérias específicas – física, história etc. Ambas reconhecidas pela qualidade das questões, que obrigam o aluno a de fato raciocinar. Mas a grama do vizinho não é tão verde assim. Apesar de bem formulado, o SAT é o terror mais profundo dos estudantes. Igualzinho ao que ocorre aqui, existe por lá toda uma indústria de cursinhos especializados em dicas e macetes para que os alunos se saiam bem nas provas. E há quem garanta que são necessários anos para esquecer o trauma do exame.

Depósito de informações

Mas claro que, por melhor que seja, o novo Enem não vai transformar nossas federais em Harvards. Será apenas mais justo que os vestibulares-decoreba de sempre. Mas, se você acha que isso vai deixar as coisas mais fáceis, pode tirar o gabarito da chuva. Neste ano, cerca de 5 milhões de estudantes vão concluir o ensino médio no Brasil, mas há menos de 300 mil vagas nas faculdades públicas, as mais concorridas. Nos 5 cursos mais disputados das 5 universidades top de linha, são só 1 300 vagas. Um baita funil, que vai continuar duro de atravessar. Além disso, não importa o quanto o vestibular, ou mesmo a educação como um todo, melhore: sempre vai haver um punhado de instituições preferidas por alunos, professores e pelo mercado de trabalho. O caso dos EUA é emblemático: entre as mais de 4 mil universidades de lá, só aquelas 8 são objetos de desejo para valer. E, se é numa das favoritas que alguém quer entrar, não tem jeito: vai ter que ralar para mostrar mérito. Amém!

clique aqui e leia a matéria na integra

27 de abril de 2009

O Brasil e a honestidade


Meus caros;

Após mais um período de ausência neste blog, porém sempre atento às suas atualizações, estou de volta, para a alegria ou a tristeza daqueles que prestigiam esta coluna...e com todo o fôlego para esta nova fase do FAZ-ME RIR!

Então, vamos ao que realmente interessa.

O tema desta coluna é, sem dúvida, dos mais instigantes: a honestidade do povo brasileiro.

E a razão que me motivou a esta reflexão é a discussão do momento em Brasília: a farra das passagens aéreas.

Conforme amplamente divulgado pelos meios de comunicação, nossos ilustres representantes do Poder Legislativo Federal (Deputados Federais e Senadores) possuem uma quota de passagens aéreas para serem utilizadas em viagens “a trabalho”, nacionais e internacionais, com direito a acompanhantes (assessores e familiares)

Para você, suficiente? Para mim, já um certo exagero. Porém, aos olhos de nossos políticos...ainda não estava suficiente.

Assim, muitos de seus parentes e amigos foram cordialmente presenteados com diversas passagens aéreas para viagens nacionais, e até mesmo internacionais: Paris, Miami, Buenos Aires, etc...e quem paga a conta? Nós, os contribuintes (nada mais justo, não?!)

Não sou adivinho, mas tenho certeza daquilo que você pensou ao ter se relembrado desta e de muitas outras histórias: os políticos são corruptos, ladrões (para ficar naquilo que é publicável).

Pois bem! O momento agora é apropriado para levantarmos uma questão: esta desonestidade apenas se dá em nossa malfadada classe política, ou é um reflexo da sociedade brasileira como um todo?

Discussão tola, sem importância??...infelizmente não...

No Brasil, muitos (mas não todos, para nossa salvação!!!!!), independentemente de condição sócio-econômica, tem o péssimo hábito, devidamente enraizado na própria cultura, em sempre buscar levar vantagem em tudo, mesmo que de forma desonesta...É a famosa Lei de Gérson: “Eu sempre levo vantagem em tudo”. Porém, não irei tentar discorrer sobre este tema apenas com definições genéricas...então, passemos aos exemplos do dia a dia:

Se um indivíduo entra num ônibus, ele tenta enganar o cobrador para pagar menos; se ele faz uma determinada compra e recebe troco a mais, nem pensa em devolver...sai de fininho, muito feliz e considerando aquele que errou um idiota!

Outros exemplos infelizmente não faltam: são carros estacionados em locais proibidos, em vagas reservadas para deficientes físicos; são os famosos fura-filas, tremendos pilantras que nos atormentam em bancos, agências dos correios, etc; são aqueles que encontram determinados objetos nas ruas e, nem ao menos, tentam descobrir seus verdadeiros proprietários; são aqueles que simulam doenças e fraudam o INSS, recebendo benefícios que tanto oneram os cofres públicos, para ficar naquilo que é mais leve, sem adentrarmos o campo dos estelionatários e falsários profissionais.

Nas escolas, em todos os níveis da educação, também vemos atos desonestos: pessoas contratadas para realizarem provas em nome de outrem, monografias plagiadas ou redigidas por indivíduos contratados pelo aluno, até mesmo em uma inocente “cola”, prática a qual todos já incorremos em alguma altura de nossa vida acadêmica....

E outros exemplos caberiam perfeitamente....use sua imaginação...

O grande problema é que esta cultura é em grande parte motivada pelo famoso jeitinho brasileiro, apregoado em verso e prosa aos quatro ventos...tudo se resolve com uma boa conversa, com uma cervejinha, na manha...

Uma conseqüência lógica de “nossa” ginga, malemolência, versatilidade} NÃO!!!! É pura e simples DESONESTIDADE!!!!!!

Através disto, levanto um questionamento: quando afirmamos que a classe política necessita de mudanças, de mais honestidade, será que esta mudança, de fato, não deve primeiramente ocorrer na base da sociedade, para que, posteriormente se reflita em nossos representantes nos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário?

Opine, discorde ou concorde, mas participe do FAZ-ME RIR!

Flash Mob - Pelados invadem metrô de SP

Um grupo de pessoas invadiu o metrô de São Paulo na quinta-feira (16/04), no final da tarde – um dos horários mais tumultuados. Tudo estaria “ok” e este grupo não teria chamado tanta atenção, se não fosse pelo [simples] fato de que todos, homens e mulheres, estavam sem calças!

Essa manifestação faz parte de um “flash mob” (mobilização instantânea) que já aconteceu em várias cidades do mundo todo: o No Pants Day (Dia Sem Calças). A manifestação consistia em reunir um grupo grande de participantes, sem fins lucrativos ou políticos, em diversos vagões do metrô, agindo naturalmente... sem calças!

As instruções de como deveriam se comportar, os limites de suas roupas de baixo (para que não fossem presos) e dicas de como não rir diante dos observadores curiosos, foram transmitidas junto com mais normas em um site, e em uma reunião antes do evento. 400 pessoas que nunca se viram na vida, inclusive de outras cidades, se encontraram num parque, arrancaram suas calças (ui!) e pegaram o metrô (veja fotos).

“Pra quê ?” – você deve estar se perguntando. E os organizadores do evento respondem: “o objetivo é ficar confortável e levar o inusitado para a vida das pessoas, bom humor, deixá-las feliz”. Bem, pelo menos a descontração eles conseguiram levar ao metrô, e muita gente teve uma quinta-feira-pós-expediente muito mais engraçada... e sem calças!

Flash Mobs

Cada vez mais os “flash mobs”, como o No Pants Day, tem se tornado uma febre ao redor do mundo. Grupos se recrutam e se organizam via internet, por e-mails, sites e comunidades, combinam locais de encontro, e simplesmente agem!

A diferença de uma manifestação organizada para um “flash mob”, consiste no fato de que a adesão ao manifesto é espontânea, e geralmente só se conhece o tamanho do evento (quantos participantes) na hora em que ele acontece. A maneira como ele é “organizado” também é um diferencial: de forma impessoal e viral, o convite se espalha por mídias eletrônicas.

Outras manifestações interessantes já aconteceram, como o Pillow Fight São Paulo – uma gigantesca guerra de travesseiros (aprox. 1500 participantes) que aconteceu no Obelisco do Ibirapuera, e o Subway Party – semelhante ao No Pants, mas as pessoas invadem um vagão do metrô, trocam presentes, e literalmente, montam uma festa!

Em Nova Iorque, um grupo de pessoas se reuniu em uma loja de tapetes, ao redor do tapete mais caro disponível, e começaram a discutir sobre a beleza, funcionalidade e preço do produto. Todos foram orientados a responder, caso algum vendedor perguntasse, que eles eram moradores de um galpão da cidade e que precisavam de um tapete para decorar o local... e como eram muito unidos, a decisão de compra teria que ser tomada em conjunto.

Importância Social

Os “flash mobs” tem ganhado uma importância social muito grande por serem rápidos e práticos, e reunirem uma grande massa que pode se dispersar rapidamente.

Por isso, a diversão nem sempre é o foco destas manifestações, como aconteceu na Bielorússia em 2006. Contra uma Lei do governo deste país que proibia qualquer tipo de manifestação organizada, a população foi convidada a se reunir no centro da capital para tomar sorvete. Uma manifestação pacífica, mas que mostrou a insatisfação do povo perante esta Lei.

Na Espanha, após os atentados terroristas de 2004, SMSs foram enviados por todo o país convidando os cidadãos para uma manifestação em memória dos atingidos. Conhecida como “La Rebelion de los SMS”, a manifestação reuniu de forma espontânea um enorme grupo de pessoas dois dias depois, no mesmo local dos atentados, onde protestaram contra o governo que ocultava dados sobre o incidente.

E você? Já teve alguma idéia de algum Flash Mob? Vamos colocá-lo em prática?

26 de abril de 2009

Preocupante: Edir Macedo precisa de sua ajuda para manter blog

Irmão, hoje me aconteceu um milagre que veio a tocar meu coração. Não estava conseguindo defecar e esta veio a sair após eu ter feito uma pequena doação ao blog do Pastor ou empresário Edir Macedor. Minha doação foi mínima, eu sei, mas a fiz de coração para que este grandioso projeto do Senhor Jesus pudesse ser mantido.

Peço que você querido leitor também faça uma doação, pois as despesas estão muito onerosas para o blog. Segundo o nosso irmão e Pastor as despesas MENSAIS DO BLOG SOMAM R$ 107.622,00. SÉRIO!

Faça como eu, clique no banner e deposite na conta deles ou entrar em contato com a IURD mais próxima de você, tem sempre uma. Doe e faça parte dessa corrente da salvação. Você pode não conhecer a história deste blog, mas saiba que ele se originou graças a este honeeeesto homem. Veja aqui!

via festerBlog

25 de abril de 2009

Top Blog - Os tecladores serão reconhecidos

O Top Blog Prêmio é um sistema interativo de incentivo cultural criado no ano de 2008 pela MIX Mídia Digital (Doravante denominada TOPBLOG), destinado a reconhecer e premiar, mediante a votação popular e acadêmica (Júri acadêmico TOPBLOG), os Blogs Brasileiros mais populares, que possuam a maior parte de seu conteúdo focado para o público brasileiro, com melhor apresentação técnica específica a cada grupo e categoria descritos neste regulamento.

Fiquei feliz com nossa indicação ao TOP BLOG. Só não muito por um detalhe. Nosso nome não é mais “Você me faz rir”, é...

FAZ-ME RIR
FAAAAAAAAAAAAZ-MEE RIR
FAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAZ-MEEEEEEEEEEE RIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIRRR...

Bom, isso é o de menos! Já criei um cadastro para o blog e estamos inscritos na categoria Blog Pessoal – Variedades. Para votar no Faz-me rir.com é muito fácil, basta clicar no banner acima e sua indicação já está feita (só isso)

A arte nerd de Glennz Jones

Glenn Jones é um designer gráfico e ilustrador, nascido em Auckland, Nova Zelândia. Conhecido pela sua arte nerd que é utilizada na estampa em camisetas. Veja no banner

22 de abril de 2009

Inimigos da evolução



Darvin quase foi morto quando disse que o homem evoluiu do macaco. Nos dias atuais já não é possível matar Darvin. Claro!, mas tem religioso por ai doido para dar uma sumiço na "temida" teoria da evolução. Esta que já foi parar nos tribunais americanos (1925) e nos dias atuais ainda é desvirtuada em escolas cristãs brasileiras e por alguns poucos advogados no cenário internacional.

Julgamento do macaco
O professor, John Thomas Scopes foi julgado por violar a lei que proibia o ensino da teoria da evolução nas escolas públicas de Tennessee, 1925, na pequena cidade de Dayton nos Estados Unidos. Os cristãos proibiram que o evolucionismo fosse ensinado nas escolas através de uma lei Estadual.

Antes da lei os pais ficavam escandalizados com relatos sobre meninas e meninos que supostamente estariam a disputar a veracidade literal da Bíblia. John afrontou a lei e foi protagonista de um dos julgamentos mais famosos da história americana. O Julgamento do macaco.

Foi discutido em juízo quem estava com a razão: a religiões de Adão e Eva, ou o Darvinismo com a "infundada" teoria da evolução.

O evolucionista foi condenado a pagar uma multa que posteriormente foi revogada e o processo não teve efeito algum. Mas a lei que impedia o ensinamentos das leis de Darwin ficou em vigor até 1967 naquele estado.

Tempos atuais
O julgamento do macaco parece um absurdo nos dias atuais, mas saiba que muitos religiosos ainda lutam para desqualificar as teorias de Darwin. Como Philip, um advogado americano que sustenta a ideia que só um designer inteligente (Deus) pode explicar as criaturas incríveis da natureza, alegando que as teorias de Darwin são meras teorias.

Mas como? Se todas são comprovadas e fazem total sentido.

O braço de ferro entre criacionismo e evolucionismo é tão sério que escolas cristãs como o colégio Presbiteriano (para evangélicos) misturam aulas de ciência com os ensinamentos bíblicos, e detalhe, eles já possuem aulas especificas de religião, a ciência de verdade fica em segundo plano. Isso em pleno século XXI. A liberdade vai aonde?

Adversários famosos da evolução
*Bispo James Ussher, 1650, utilizou de dados bíblicos para descobrir as principais datas da religião, então vejamos:
- Fixou a criação do mundo no dia 23 de outubro de 4004 a.C.
- Calculou que Adão e Eva foram expulsos do paraíso em 10 de novembro de 4004 a.C uma segunda-feira
- A arca de Noé, encalhou no Monte Ararat depois que as águas do dilúvio baixaram (quarta-feira, 5 de maio de 2348 a.C). Tal precisão conferiu-lhe grande credibilidade entre os seus contemporâneos.

*William Paley, 1802, dizia que elementos tão perfeitos só poderiam ser obras divinas “O olho só pode ter sido criado por um designer inteligente”.
*Georges Cuvier, 1817, o cara descobriu fósseis de dinossauros e disse que eles foram extintos por não terem conseguido embarcar na arca de Noé.

Conclusão
Darwin sempre foi um homem muito religioso, mas se manteve firme durante toda a sua vida para defender a teoria da evolução das especies. Curioso saber que em tempos de enormes evoluções cientificas existem pessoas que ainda insistem em desqualificar um conhecimento tão aceito e difundido em todo o mundo. Quer saber? Fundamentalistas me fazem rir.


Clique aqui e veja um breve resumo sobre a vida de Charles Darwim publicado no blog em 12/02/2009

Fontes:
web
- Winkipédia
- A Evolucao de Darwin

Revista Veja - Editora Abril

21 de abril de 2009

CHE - O filme

Che – É a primeira super produção sobre a revolução cubana. O diretor Steven Soderbergh (de onze homens e um segredo e Traffic) fez uma filme de 4 horas e dividiu em 2 partes. Che – O argentino (no Brasil apenas Che), lançado em 27 de março de 2009 e Che – A Guerrilha que sai do forno no 2° semestre.

Breve sinopse
1° Parte - No dia 26 de novembro de 1956, Fidel Castro navega até Cuba com oito rebeldes. Um deles era Ernesto "Che" Guevara, um médico argentino que dividia com Castro um objetivo comum - derrubar o governo corrupto de Fulgêncio Batista.
2° Parte - Batalha de 1956 contra o então presidente de Cuba Fulgencio Batista.

Curiosidades:
- Rodrigo Santoro interpreta Raúl Castro, irmão de Fidel, em ambos os filmes.

- Vencedor do prêmio de melhor ator em CANNES, para Benicio Del Toro, CHE é dirigido pelo vencedor do OSCAR® Steven Soderbergh (11 HOMENS E UM SEGREDO, TRAFFIC).


Che – herói ou vilão?


Herói

Anos 30 - Bom samaritano: Sempre saia em defesa dos mais fracos, às vezes voltava da escola sem casaco, pois tinha dado a alguém.
1952 - Médico gente boa: Jogava futebol com os leprosos e os acompanhava em excursões pela selva.
1956 - Fiel aos princípios: Quando preso no México tentou convencer os guardas a se converterem ao marxismo. Resultado: foi o último a sair da prisão.
1956 - Melhor soldado: Apesar da asma, foi considerado o melhor aluno de guerrilha no México.
1958 - Líder exemplar: Ficava na linha de frente dos tiros e não media esforços para proteger seus homens
1959 - Senhor da guerra: Soldados treinados por Che impediram que 1.200 exilados financiados pela CIA invadissem Cuba.
1959 - Executor justo: dizem que ele perdoou o tanto de presos políticos que
pode.
1959 - Salva lavoura: Proibiu o latifundio e limitou as terras privadas em 400 hectares
1960 - Cérebro de Cuba: Revista Time "O presidente do Banco Nacional é o cérebro de Cuba"

Vilão

1943 – Muy amigo: Disse que só participaria de uma manifestação estudantil se lhe dessem um revolver.
1957 – Matador frio: Executou um camponês por suspeitar que ele estivesse traindo o grupo.
1959 – Psicopata: Mandou matar um menino que grafitava mensagens contra Fidel. Quando a mãe foi pedir clemência, ordenou a imediata execução.
Anos 60 – Ditador: Sai uma ditadura e se inicia outra, a comunista. Milhares de pessoas fugiram ou perderam sua propriedade.
1961 – Moratória burra: Quase enfiou Cuba num buraco financeiro, quando decidiu romper com o FMI, mas voltou atrás.
1962 – Diplomacia Zero: Na Guerra fria via os EUA e a URSS como inimigos e acusou os soviéticos de cúmplices dos americanos (a maior ofensa que os soviéticos poderiam escutar)
1962 – Estratégia suicida: Guevara queria os mísseis soviéticos na ilha apontados para os EUA. O que quase gerou uma guerra nuclear.
1962 – Suicida mesmo! Disse que a guerra nuclear era necessária.
1962 – Plano furado: queria uma base de guerrilha na Argentina.
1967 – Morte patética: Morreu na Bolívia traída pelos camponeses e da forma mais humilhante.

O filme é uma superprodução americana sobre o maior mito (herói e vilão) da América latina e vem a retratar o mundo comunista que os Estados Unidos tanto odeia. A pergunta que fica é... Qual Che será apresentado na telona?

web:

www.cinepop.com.br/filmes/cheguerrilha
www.cinepop.com.br/filmes/che

pt.wikipedia.org/wiki/Che_Guevara

Revista: Super Interessante - edições: 261 e 263




19 de abril de 2009

Por que existe vários jeitos de escrever "porquê"?



Toda vez que vou fazer um concurso público me deparo com a mesma questão “as regras do por quê”. Sempre tive curiosidade em descobrir por que existe tantas formas de se escrever “porquê” Para sanar esta curiosidade fiz algumas pesquisas na internet, mas não encontrei nada. Depois de um tempo descobri a resposta na revista Super Interessante, que eu sintetizo aqui pra vocês.

Na maioria dos idiomas é mole diferenciar, mas os nossos desbravadores portugueses teimaram em usar o mesmo termo para duas funções diferentes (perguntar e responder), para solucionar este problema os gramáticos precisaram usar a imaginação.

No latim clássico, havia duas palavras: quare para perguntar e quia para responder. Mas em português prevaleceu a expressão do latim vulgar, pro quid, que passou a exercer dupla jornada em perguntas e respostas. Para solucionar este problema alguém teve a ideia de escrever um junto e o outro separado (porque e por que). Os registros mais antigos dessa distinção são do século 13, mas em 1550 Pero Vaz de Caminha ainda se atrapalhava na Carta do Descobrimento.

Para complicar, em 1931 surgiram no Brasil mais duas regras, desta vez a culpa não é dos portugueses: o “que” ganhou circunflexo quando é tônico (antes de pontuação) e o “porque” substantivo virou “porquê”.

Complicado? Que nada, já estamos solucionando este problema, em nosso dia-dia tudo isso se transformou em um “pq”.
Clique aqui e aprenda de uma vez por todas as regras dos porquês malditos.

18 de abril de 2009

Famosas em deliciosas versões Pin-Up


A origem da expressão pin-up deve-se ao fato de que muitas destas imagens de mulheres sensuais, recortadas em revistas, jornais e cartões postais, eram penduradas (em inglês, pin up) em oficinas e borracharias Estados Unidos a fora.

No princípio as pin-ups não eram reais, mas apenas representações artísticas do que alguns desenhistas consideravam atraente numa mulher. Com o passar do tempo as primeiras modelos começaram a "encarnar" as personagens, dando origem a um novo estilo de erotismo.

Confira no banner artistas nacionais e internacionais neste delicioso estilo

17 de abril de 2009

Por que a loira é burra?



Em nossa cultura muitas pessoas adoram tirar uma onda com a inteligência da loira:
- Nossa, é loira mesmo
- Tem que ser loira
- Oh loira burra
Tal julgamento tem uma explicação, e não se trata de mera perseguição popular.

Definição da Personalidade

Personalidade é o conjunto de características psicológicas, de certa forma estáveis, que determinam a maneira como o indivíduo interage com o seu ambiente. Também podemos definir “personalidade” como “a organização integral e dinâmica do contexto formado pelos atributos físicos, mentais e morais do indivíduo, compreendendo as características hereditárias e as adquiridas durante a vida: hábitos, interesses, inclinações, complexos, sentimentos e aspirações.“

Burra por que?
Para entender a inteligência da loira precisamos analisar como elas são tratadas durante a infância: Crianças classificadas como bonitas, em tese costumam ser mais paparicadas, chamam a atenção unicamente por sua beleza e não se sentem estimuladas a desenvolver outros mecanismos para se destacar entre as outras crianças, assim deixam de desenvolver um elemento muito importante para a vida adulta, a inteligência.

“A moça que nasce mais bonita que a média pode ter mais carinho dos pais (que tratam sim, cada filho de forma diferente) e ser facilmente aceita entre os amigos. Mas essa herança pode ter um lado ruim: atraindo a atenção pela beleza, ela talvez não desenvolva artimanhas para se destacar, correndo o risco de ficar vazia e desinteressante” - Revista Super Interessante – edição 248.

fala pra mim se elas precisam de conteúdo?

Da pra mudar?
Não existe nenhuma pesquisa cientifica (se existir me avise!) que mostre que o ser humano não tem jeito. Na verdade mudamos de personalidade a toda hora. Agimos de forma diferente com pessoas de sexo, idade ou posição social diferentes. Posso garantir que eu e você possuímos milhares delas e as aplicamos de acordo com cada situação que vivenciamos.

Mudar só depende de você, ficar chorando a infância mal vivida e os complexos adquiridos não ajudam em nada, afinal, nunca é tarde para recomeçar...

Clique aqui e saiba tudo sobre a formação da personalidade (baseado no livro: "A Arte de Viver")

15 de abril de 2009

É, você acredita em Deus

Na última enquete perguntamos:
Você acredita em Deus?

- Claro 112 (52%)

- Sim 53 (24%)
- Não sei 16 (7%)
- Não 32 (15%)

A intenção desta enquete não foi descobrir se a maioria crê ou não em Deus. Tive como principal objetivo descobrir qual é a quantidade religiosos fundamentalistas. Mas, que porra é essa?

Segundo a Winki: “O Fundamentalista acredita em seus dogmas como verdade absoluta, indiscutível. É um movimento que objectiva voltar ao que são considerados princípios fundamentais, ou vigentes na fundação do determinado grupo”

Aquele que responde a um CLARO! Parece não estar preparado para ouvir opinião diversa ou não é capaz de aceitar uma conduta diferente, como por exemplo, o Ateísmo.

Confesso que não esperava que os ateus atingissem 15% dos leitorado. Acredito que na vida virtual as pessoas se sentem mais à-vontade para se expressarem, ao contrário do que acontece na vida real, onde as pessoas negam o ateísmo...bom, mas também com tanto fundamentalista por ai, ficar dentro do armário me parece a melhor saída.

14 de abril de 2009

Fazmerir.com

O Você me faz rir foi por muito tempo um blog repleto de remendos que aconteceram no decorrer de sua breve existência. Para suprir esta deficiência tracei junto ao meu amigo Mateus um “Plano de marketing para o site”. Nele estipulamos as diretrizes, objetivos e alterações que devem ser feitos no blog.

Nos próximos dias várias alterações vão acontecer e com isso pode acontecer instabilidade no blog. Esperamos a compreensão de você leitor e gostaríamos que estivessem conosco nesta nova fase.

Bem vindos ao Faz-me rir!

50 coisas que te fazem um fucking Nerd

A pergunta que fica, principalmente pelos tolos acéfalos que vivem de se adaptar em busca de um lugar ao sol, é singela: como se faz um Nerd? Eu redireciono a pergunta levemente reformulada ao leitor. Você se considera um Nerd?
A lista abaixo é um exemplo. São 50 coisas que te fazem um fucking Nerd. Também não há nenhuma tabela de níveis. Afinal, depois de uma lista desse tamanho fazer uma tabela de níveis seria muito Nerd de minha parte. Segue:


1. Você aprendeu a dar nó em gravata graças a um vídeo no Youtube.

2. Quando o Faustão fala “tanto no profissional quanto no pessoal” você entende “tanto no on-line quanto no off-line”.

3. Seu cartão de visitas é uma mensagem multimídia enviada via Bluetooth.

4. Quando a último garota bêbada disse que desejava te pokear você se imaginou dançando feito zumbis ou jogando futebol freestyle.
5. Seu toque de celular é som do modem telefônico conectando com o servidor.
6. A bateria do seu smartphone não dura mais que um dia.
7. Sua primeira vez foi no Pombaloca.
8. Seu computador vale mais que sua casa.
9. Você reclama do seu namoro dizendo que está cheio de bad blocks.
10. Meia noite te faz lembrar conexão discada.

11. Você não agüenta esperar uma série passar na TV a Cabo e faz questão de puxá-la - se possível - simultaneamente com sua exibição nos EUA.

12. Você abre o guarda roupas e só vê camisetas do Camiseteria, Sambaclub e Chico Rei.

13. Você sabe a configuração completa do seu computador. Até o nome dos drives.

14. Você entende todas as piadas de The Big Bang Theory.

15. Você leva seu TV-B-GONE para os bares que frequenta.

16. Os vendedores de lojas de informática não sabem responder suas perguntas.
17. Você consegue se comunicar em frases de no máximo 140 caracteres.

18. Você não brincava de estátua. Brincava de flashmob.
19. A última caneta BIC que você teve contato foi na sétima série.

20. Para tudo você responde irritantemente “Procura no Google”.

21. Você é virgem.

22. Sua assinatura começa com @.

23. Você teve uma leve ereção assistindo “Os Piratas do Vale do Silício”.

24. Você acessava a Internet no Pense Bem.

25. Você já usou o AutoCAD para projetar um avião de papel.

26. Você ri de quem não consegue programar as horas num vídeo-cassete.

27. Você ri de quem ainda usa vídeo-cassete.

28. Você já colocou um notebook na frente da esteira.
29. Seu sonho é instalar um vídeo-game no banheiro.

30. Meia lua + soco forte significa muito pra você.

31. É emocionante relembrar a primeira vez que você salvou a Princesa Toadstool. Aquela vadia.

32. Você sabe de cabeça a senha do MSN, Twitter, Orkut, Facebook e outros 17 sites cadastrados mas não lembra a data de aniversário do seu pai.

33. Você passa pelo menos duas horas por dia pensando numa idéia que será vendida ao Google e vai te deixar rico.

34. Você apagou a função “discar” para instalar mais aplicativos no iPhone.

35. Você tem pelo menos um toy de Star Wars, Family Guy ou The Simpsons no quarto.

36. Sua única medalha foi conquistada num campeonato de Guitar Hero.

37. Você já tentou quebrar senhas de redes wi-fi em restaurantes.

38. Você já pensou em dar ctrl+z depois de errar num formulário de papel.

39. Exercício para você significa tirar a Power Ball da gaveta

40. Você já teve um cachorro chamado Bandit, Ideiafix ou Yoda.

41. Seus amigos só te procuram quando o computador deles tem alguma falha.

42. Quando conhece uma pessoa você pergunta que level ela é.

43. Você dá hadouken’s na copeira da firma.

44. Você já se fantasiou de personagem de vídeo-game.

45. Educação física nunca foi sua matéria preferida.

46. Quando os amigos comentam as baladas da época de solteiro você suspira “Ah, bons tempos de chat do Terra...”

47. Você tem uma explicação coesa para a função do Twitter.

48. Você sabe o atalho para todos os emoticon do MSN. Inclusive aquele do bode que ninguém usa.

49. Você aguarda ansiosamente 2015 para o lançamento do Air McFlys.
E finalmente...
50. Você sente saudades do MS-DOS.
Se você não se identificou com a lista, não se preocupe. Uma das piores invenções do ser humano chama-se culto ao estereótipo. E não é porque ser Nerd é pop que você deve aprender o significado das tags ou conhecer os personagens de Jornada Nas Estrelas. Quanto menos parecido você for com todos os outros, melhor. Jamais seja previsível e respeite sua personalidade.
Caso você tenha se identificado com a lista, relaxe. Esse é o momento. Afinal, pra que ser o fortão da escola se você pode ser o Steve Jobs?


(Fred Fagundes – Quem matou a Tangerina?)


13 de abril de 2009

O corpo humano e seus "sinais"

Que o ser humano é uma criatura naturalmente nojenta, todos nós sabemos. Pelo menos para mim, não há paralelo neste mundo, em termos de coisas asquerosas, à fisiologia humana. Pois o corpo humano, o organismo, não deixa de me surpreender. Dessa vez, pesquisadores britânicos descobriram que o “espirro” pode estar relacionado à excitação erótica...

O espirro é [em situações normais] uma resposta do organismo a estímulos nas terminações nervosas do nariz – como pó e ácaros. O cérebro recebe a informação e põe em execução um plano de limpeza das vias aéreas (boca e nariz): 1º) os músculos faciais se contraem para liberar as vias de respiração, permitindo que o ar entre em nossos pulmões rapidamente; e 2º) com o pulmão cheio, os músculos abdominais (responsáveis pela respiração) se contraem repentinamente, criando um jato de ar de aproximadamente 160 Km/h, carregado de partículas, que joga fora tudo o que estiver no local errado (ácaros não nasceram para viver em nossos narizes!).

Veja mais em "A Dinâmica do Espirro".

Ok! Nada demais até aqui, a não ser a imagem hilária da pessoa fazendo uma careta terrível, seguida de um irritante e pegajoso “atchim”. Entretanto, para os médicos britânicos Mahmood Bhutta, otorrinolaringologista do Hospital Wexham Park, e Harold Maxwell, psiquiatra do Hospital Universitário West Middlesex, este fenômeno pode ser [em alguns casos] uma sutil manifestação de excitação erótica.

Eles decidiram investigar este fenômeno depois de aceitarem o caso de um paciente que espirrava descontroladamente quando pensava em relações sexuais. Ao longo da pesquisa, eles encontraram outros 17 casos de mulheres e homens com comportamentos parecidos, além de mais 3 pessoas que sofriam os espirros depois de terem um orgasmo.


Atchim dos 7 Anões: alérgico ou pervertido?

Para Bhutta e Maxwell, “o reflexo demonstra certos vestígios evolutivos nas conexões de uma região do sistema nervoso, denominada sistema nervoso autônomo. Esta é uma área fora de nosso controle que se encarrega de coordenar inconscientemente o ritmo cardíaco, a digestão e a dilatação das pupilas". Conforme os britânicos, os sinais enviados pelo sistema nervoso poderiam se cruzar por causa de uma má conexão neurológica, fazendo com que algumas pessoas espirrem quando o desejo sexual acontece.

Agora imaginemos a cena:
[Ela] Olá, tudo bem com você? *beijinho no rosto*
[Ele] Tudo s-s-si... ATCHIM!
[Ela] Saúde! É gripe?
[Ele] Não... seu decote... *sorriso amarelo*

Agora tome cuidado com as pessoas que espirram ao seu redor! O.o
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Observações: ¹ Informações vindas do Terra Espanha. ² Nem todo espirro é um convite para o sexo, não seja mente poluída! ³ Eu tenho renite alérgica, de verdade! Portanto, não me levem a mal quando eu espirrar... é sério! =|

12 de abril de 2009

Por que o ovo e o coelho são símbolos da Páscoa?

Toda páscoa é a mesma coisa. Um ente querido te entrega aquele ovo de chocolate e diz: "Feliz páscoa". Mas por que este costume? Por que o ovo e o coelho são símbolos da páscoa? Coelho não bota ovo.

A páscoa tem sua origem na festa judaica do Pessach - que significa "passagem" em hebraico, uma referência à saída dos judeus do Egito e sua libertação da escravidão, com a chegada à terra prometida sob a liderança de Moisés.

Durante a festa judaica, o ovo - um dos únicos alimentos que não perde a forma depois de cozido - é utilizado como símbolo do povo de Israel. Em determinado momento, o chefe de família se levanta e diz: "O povo de Israel é como esse ovo, que, quanto mais cozido na dor e no sofrimento, mais preserva sua unidade e sua identidade". (Claro que naquela época o ovo ainda não era de chocolate, ele ainda nem existia.) A comemoração foi adaptada pelo cristianismo para relembrar a ressurreição de Cristo, que também representa a renovação da vida. "Já o coelho foi uma forma de popularizar a festa", diz Maria Ângela de Almeida, teóloga da PUC-SP.

Desde o antigo Egito, o animal era símbolo da fertilidade devido à sua incrível capacidade de procriação (tá ligado que ele é rápido na hora do ato). "O Pessach teve origem em ritos tribais, cujo objetivo era celebrar a paz entre os povos. O cordeiro era repartido entre os chefes das tribos, num jantar comunitário que reforçava suas alianças. Nesse contexto, o coelho veio substituir o cordeiro", afirma Maria Ângela.

Fonte: Mundo estranho
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Bom na minha opinião o ovo de chocolate foi uma forma encontrada para lembrar desta data, mas com o tempo passou a ser adorada/rentável para as empresas fabricante de chocolates que tornaram a Páscoa uma das datas mais lucrativas. Convenhamos, quem não gosta de chocolate?

11 de abril de 2009

X-Men The Origins: Wolverine vazou na web

No dia 1º de abril uma notícia circulou pelos Twitters da vida, fazendo todo mundo rir e dizer “quem caiu, caiu, primeiro de abril” (odeio essa musiquinha, me lembra de tantas maldades nas quais eu caía no 1º de abril na escola primária). Porém, não era mentira não! X-Men The Origins: Wolverine vazou na web. O.o

A galera geek se pendurou nos cabos robustos dos downloads pela madrugada, e em pouco tempo, um vídeo de 1h40 estava circulando e sendo assistido por quase toda a nação americana. A FOX (estúdio responsável pelo título) informou que se trata de uma versão não finalizada, cujos efeitos especiais ainda não foram concluídos, e cenas ainda não foram incluídas. A versão final teria cerca de 2h.
Estaria a FOX desesperada com a crise?

Em 2007 o mesmo aconteceu aqui no Brasil, com o filme Tropa de Elite. Ele vazou para as banquinhas de camelô, causou frisson, virou notícia bem antes de ser lançado, e quando foi para as telonas virou sucesso de bilheteria! Movimentou toda grana que era possível e imaginável. E mais tarde surgiu o rumor de que isso se tratava de uma estratégia de marketing do filme: uma versão não finalizada para atiçar os espectadores, fazendo-os correr desesperados para os cines (essa tática se chama “teaser”, clique AQUI que o Wiki te explica).

A pergunta é: será que a Fox está apostando na mesma estratégia? Mesmo este título sendo comercialmente seguro (o nome “Wolverine”, por si só, já vende muito mais bilhetes, mesmo sem publicidade agressiva)?

Tropa de Elite foi um filme de risco, revolucionou o cinema nacional com uma temática muito polêmica, e uma abordagem que desnuda problemas das autoridades na atualidade! Diferentemente dos outros títulos tão violentos quanto, mas que falavam da ditadura, ou de épocas remotas... Aí sim, creio eu, que se justifica uma tática dessas. By the way, estaria a Fox fazendo o mesmo, mesmo?

Eu sou contra a pirataria... mas alguém aí tem o vídeo? É muito grande? Eu tenho um pen drive de 4Gb, será que dá?

10 de abril de 2009

Qual a relação entre a Páscoa judaica e a cristã?

Para começo de conversa, a palavra Páscoa – Pessach, em hebraico –significa passagem. Para os judeus, ela representa a travessia pelo mar Vermelho, quando o povo liderado por Moisés passou da escravidão do Egito para a liberdade na Terra Prometida. "Para os cristãos, ela tem um sentido mais metafísico. Representa a passagem de Cristo pela morte", afirma o teólogo Fernando Altmeyer Júnior, da PUC de São Paulo, referindo-se à tradição de que Jesus teria ressuscitado no terceiro dia após a crucificação.

Segundo Altmeyer, a Páscoa cristã recebeu o nome da comemoração judaica porque a Paixão de Cristo aconteceu no início do Pessach – a festa judaica dura sete dias em Israel e oito em outros lugares. A cerimônia conhecida como Última Ceia teria sido um Seder, o tradicional jantar realizado na véspera do início da Páscoa judaica.

Apesar de receberem o mesmo nome, as duas celebrações não ocorrem necessariamente em datas coincidentes. A Páscoa cristã é comemorada no primeiro domingo de lua cheia depois do equinócio de primavera (de outono, no hemisfério sul). Já as comemorações da Páscoa judaica têm início na primeira lua cheia do mesmo equinócio. O início do Pessach e a Páscoa cristã podem cair no mesmo dia, mas isso dificilmente ocorre.

Super fonte

9 de abril de 2009

Arte com Cadáveres

Joel-Peter Witkin tem fotos espalhadas em alguns museus do mundo. Suas fotografias com temas críticos e filosóficos tem um detalhe no mínimo mórbido, ele usa cadáveres como modelo. Clique no banner e veja algumas de suas fotografias mais assustadoras e bizarras.

8 de abril de 2009

Manual prático “BLOGUEIRO LOSER”


Hy boys and girls...
Me desculpem a ausência mas ando sem tempo, filhos pra cuidar, casa, roupas e outros.
Pra falar a verdade, na ausência de filhos e muito trabalho estou num momento 'faltadecriatividade'... Lendo por aí... encontrei um texto crítico e cruel sobre blogueiros, fica aí a indicação...

Vocês já viram o blog do Millôr? E o do Chico Buarque? Nunca? Pois é, e nunca virão. Isso por um motivo simples: blog é coisa de perdedor. Ah, vai, não adianta chorar. É sim. Todo blogueiro é essencialmente um “loser”. E ponto-final.
Mas, inacreditavelmente (isso não é tão inacreditável, levando-se em conta a capacidade humana de sempre se superar positiva ou negativamente), há blogueiros AINDA MAIS LOSERS. São a raspa da raspa da raspa do tacho...

Vamos supor que você, leitor, pense em montar um blog. Não se acanhe: o fato de ser meu leitor já indica que não esteja deslocado entre os losers. Monte seu blog! Caso queira ser um blogueiro loser, então recomendo observar as seguintes etapas:


O Apelido do Perdedor
Marco Aurélio, Inagaki, Dri Spaca, Rafael Capanema (e alguns outros) têm algo em comum: não usam um apelidinho. Também possuem outra coisa em comum: são “blogueiros de sucesso”. Adaílton Persegonha é exceção da regra (por razões que são óbvias para quem o conhece, ele usa um nickname). Pessoas que usam nominhos diferentes (Gravataí Merengue, p.ex.) são fadadas ao fracasso. Pois então crie algo bem pretensioso como “O Comentador” ou “O Fodão”. Ou então algo bem esquisitão, que pretenda ser engraçado, como... Gravataí Merengue!


Só não invente um nome normal, tipo “João de Souza”. Isso já é esquizofrenia pura. Não pense que você, assim sem talento algum, pode se tornar um novo Fernando Pessoa. Sobretudo não confunda pretensão babaca com talento nato; nem nome idiota com heterônimo.


Nome Pretensioso ou Super Despretensioso

Ao criar seu blog, você obviamente já deve ter em conta a importância do nome do mesmo. Alguns blogs fazem sucesso imediato, somente pelo nome bem bolado; outros, cujos nomes são estapafúrdios e pouco atraentes, não cativam leitor algum.


Esqueça o marketing, mergulhe na estatística.


Todos os blogueiros losers, salvo raríssimas e ainda não catalogadas exceções, têm blogs com dois tipos de nomes: ou ULTRAPRETENSIOSOS ou SUPOSTAMENTE DESPRETENSIOSOS. Saca? Ou é aquele nome que os enaltece, ou aquela coisa que os faz exprimir uma suposta humildade. Essa variação dicotômica (hoje eu tô que tô) é típica nos perdedores.


Layout Ridículo
Uma bandeira que costuma ser constante entre os “losers” é a de prevalecer o conteúdo sobre a forma. Ótimo. A bandeira é mesmo excelente. Ocorre que seu conteúdo, em geral, é uma bela porcaria. Desse modo, pode-se imaginar a tranqueira que seja a forma.


Claro, eles usam layouts ridículos, mal acabados, cheios de falhas. Quase sempre, aqueles que o Blogger libera como exemplos. Não se preocupam com isso, pois supõem que seus textos maravilhosos farão os leitores ignorar o visual do blog. Uh!


Puxando Saco ou Arrumando Encrenca

Há dois comportamentos típicos por parte dos “losers”, e são opostos: puxa-saco ou “contestador”. Normalmente, e isso se dá nos casos dos MEGA ULTRA SUPER EXTRA LOSERS, eles começam como puxa-sacos, mas acabam se tornando “inimiguinhos” dos até então ídolos.

Deixando para lá a psicologia infantil, e demais estudos que tratam dos excluídos, há que se levar em conta que um blogueiro, só pelo fato de ser blogueiro, já é alguém cujos textos não são devidamente lidos e/ou publicados. Uma pessoa assim, nas CNTP, costuma ter comportamentos estrambólicos.

Imaginem, portanto, alguém que NEM COMO BLOGUEIRO CONSEGUE TER LEITORES. Pois é, a patologia se agrava. E a “culpa” pela “discriminação”, acusam os losers, é quase sempre de uma “panelinha de blogueiros”.



Vi no Gravatai Merengue


7 de abril de 2009

Descomplique, ATAQUE!

Descomplicar, esta a palavra de ordem nesta nova era. E no campo da paquera, esta verdade também vale! Na Universidade Bucknell, na Pensilvânia, um estudo revelou que homens preferem “abordagens diretas” quando recebem uma cantada de uma mulher!

De acordo com o estudo, “os homens têm dificuldade em entender os sinais que indicam o nível de interesse que uma mulher pode ter em relação a eles, mesmo que a linguagem corporal dela seja convidativa”. Ou seja, risos disparados, mexer no cabelo e rebolar, podem funcionar pra fisgar o cara... mas não querem dizer mais nada pro moço! Mas a mulherada não precisa entrar em pânico, segundo eles, a problemática pode ser resolvida com frases simples como "Você gostaria de ir jantar?" ou "Posso te dar o meu telefone?". Além de evitar confusão, ajudam a garantir o sucesso da paquera! ;)

Vem ne mim, garotão!

Para a pesquisa, pediram a um grupo de mulheres que revelassem suas melhores cantadas – e acredite, elas são tão “boas” nisso quanto os caminhoneiros! Selecionaram 50 das respostas mais comuns e pediram a 70 homens e mulheres que dissessem se achavam que elas surtiam um efeito positivo. Bem... até as mulheres também preferiram uma abordagem mais direta, mas também curtiram frases que têm o objetivo de identificar interesses comuns (hummm... dissimuladas!). As famosas cantadas “peão-de-obra” como "sua camisa combina com a minha roupa de cama" não foram bem vistas, também.

O mais assustador é que foram consideradas PIORES, as inocentes aproximações com frases como "Acho que eu te conheço. Nós já nos encontramos antes?". O psicólogo Joel Wade, que liderou o estudo, disse: "Indicação direta de um possível encontro assim como a sugestão de uma possível data dá ao homem um sinal mais claro do que a emissão de sinais não-verbais vagos que o homem precisa decifrar".

É isso aí! Vamos ser mais diretos, pois isso excluí incertezas em relação ao resultado da interação.

Fonte: [Terra Ciência - BBC Brasil]
Este artigo foi descaradamente modificado para que o pessoal da BBC não nos processe, já que existe uma frase muito ameaçadora sob a matéria, proibindo a reprodução da mesma para quaisquer fins! Ai que meda...

Top 5 posts mais comentados da história do blog

Inicio hoje mais uma série de postagens no blog: "você viu?", que tem por objetivo expandir aquele artigo que está no fundo da lixeira mas que ainda tem muito a oferecer (ou não).

Para começar vamos exibir as 5 postagens mais comentadas até hoje.

1° - Você também vai amar karyne Pessan
- 30 comentários
- Sinopse:
postagem do dia da mentira, onde supostamente fomos contratados por uma artista.
- Pego ar:
VOCÊS AI...QUANDO VOCÊS ESTÃO AQUI PERDENDO TEMPO CRITICANDO ELA,ELA TA BRILHANDO E CONQUISTANDO O ESPAÇO DELA...EM QUANTO VOCÊS FICAM AQUI COMO ZÉ NINGUEM...
VÃO SE LASCAR...HAHAHAHAHA
- Culpado: Duas Caras

2° - A mentira na blogosfera
- 21 comentários
- Sinopse: critica contra a campanha: “Mamãe eu quero subir no ranking do BlogBlogs”
- Pego ar:"que tem por objetivo fazer com que blogs com pouca expressão consigam uma boa posição no ranking do Blogblogs"
VOCE ME FAZ RIR! AUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHUHAUHAUHA
Mais da metade desses blogs tem o triplo das suas visitas. Se tu não sabe das coisas, naum fale.
- Culpado: Duas Caras

3° Jornalistas X Blogueiros
- 17 comentários
- Sinopse:
Jornalistas insistem em menosprezar a capacidade dos escritores amadores.
- Pego ar: Interesssate, porém, discordo dos argumentos utilizados para a defesa dos blogueiros.
Na maioria das vezes são pessoas cuja escrita é lamentável, detentores de uma moral questionável e um senso ético flexível.
Mas, o texto de certa forma foi bem escrito, para uma prova de admissão do jardim de infância.
- Culpada: Gláucia.

4° Desordem Neuropsicoendócrina
- 16 comentários
- Sinopse:
Fala sobre a TPM.
- Pego ar: Ninguém
- Culpada: Cáh.

5° Mania? TOC? Tique?Loucura?
- 10 comentários
- Sinopse:
Explica o conceito de manias e da exemplos, além de apresentar a coluna "A caixa de Pandora".
- Pego ar: Ninguém
- Culpada: Cáh.

vai um comentário ai?

6 de abril de 2009

Esportes em Stop Motion

Esportes radicais em Stop Motion feitos no Photoshop, vale apena um clique =p

5 de abril de 2009

Filosofia do livro

Seu Zé foi dono de um trailer de lanches popular na cidade de Adamantina-SP, ele morreu com câncer no pâncreas. O segredo de seus lanches era um molho muito saboroso. Infelizmente este conhecimento se perdeu, ele não contou para ninguém e não escreveu em nenhum pedaço de papel qual era os ingredientes necessários para o preparo do tal molho. Tal conduta impediu que outra pessoa continuasse seu trabalho e seu famoso trailer foi fechado, pois aquele lanche não tinha mais o mesmo sabor.

A escrita foi a melhor forma que o ser humano encontrou para armazenar informações, isso por que nosso cérebro não é capaz de absorver tudo o que aprendemos e pensamos. Sem os livros estaríamos condenados a perder parte do que sabemos e a desconhecer totalmente a nossa historia.

Pensamos muito a cada segundo, é tanta informação que o nosso cérebro não é capaz de absorver, então ele seleciona, compacta ou exclui parte da nossa vida. O homem passou a lutar contra isso, começou a escrever, escreveu tanto que foi preciso juntar todo o conhecimento da humanidade em um mesmo local e ai inventamos a biblioteca.

Sem as escrituras certamente a humanidade não atingiria a tecnologia que utilizamos hoje, pois todas as descobertas seriam automaticamente perderiam com a morte do inventor. Sem os livros não saberíamos quem foi Jesus e as religiões seriam algo sem doutrina tradicional (de difícil modificação).

Ao ler você é capaz de mergulhar na mente de uma pessoa que nunca conheceu, que morreu a centenas de anos ou uma que você nunca irá conhecer pessoalmente. Escreva e seja imortalizado atraves das idéias.

4 de abril de 2009

DESformalizando: calúnia, difamação e injúria

Calúnia, difamação e injúria: são crimes contra a honra previsto no Código Penal. Elas costumam causar muita confusão por terem conceitos muito parecidos, então vamos explicar sem frescura cada uma para você não fazer feio em uma roda de NERDs em direito:

Calúnia
O que é?
É culpar alguém por um crime que não cometeu.
Exemplo: Se “A” dizer que “B” roubou a moto de “C” , se tal acusação for mentirosa, constitui crime de calúnia.
Pena - detenção, de seis meses a dois anos, e multa.

Difamação
O que é? É tentar acabar com a reputação de alguém.
Exemplo:Se “A” diz que “B” foi trabalhar embriagado semana passada , constitui crime de difamação.
Pena - detenção, de três meses a um ano, e multa.

Injúria
O que é? Consiste em atribuir à alguém qualidade negativa , que ofenda sua dignidade ou decoro.
Exemplo: Se “A” chama “B” de ladrão , imbecil etc. , constitui crime de injúria.
Pena - detenção, de três meses a um ano, e multa, além da pena correspondente à violência.

Pronto, atualizo o blog e estudo para minhas provas...

Fontes:
www.planalto.gov.br
www.advogado.adv.br

3 de abril de 2009

Se a mulher vive mais, por que se aposenta antes?

O menor tempo de vida dos homens poderia estar ligado a um comportamento mais arriscado do sexo masculino, além de uma maior competitividade entre si, que os homens habitualmente enfrentam. Por outro lado, a principal causa de morte entre as mulheres, a mortalidade no parto, tem sido cada vez mais reduzida em todo o mundo.

Mas por que elas se aposentam antes?



Vai trabalhar macharada...


Porque a lei brasileira considera que toda mulher realiza trabalhos domésticos paralelamente à vida profissional. No Brasil, a mulher vive em média 72 anos e pode se aposentar aos 60; a expectativa de vida masculina é oito anos mais baixa, mas a idade mínima para se aposentar é de 65 anos. Faça as contas: na média, o homem morre um ano antes de se aposentar. "Na década de 70, quando foram definidas as idades mínimas para a aposentadoria, a legislação brasileira considerava que toda mulher fazia jornada dupla", afirma o advogado Otávio Pinto e Silva. "Se, com as atuais reformas da previdência, a idade para se aposentar de homens e mulheres continua diferente, é porque permanece entre os legisladores a mentalidade da dupla jornada de trabalho", diz. Porém, a necessidade de a mulher repousar mais que o homem não tem uma razão médica.

"Não há um componente de saúde envolvido na resolução de uma lei como essa", diz Luiz Roberto Ramos, diretor do Centro de Estudos do Envelhecimento da Universidade Federal de São Paulo. "Provavelmente, se a igualdade dos sexos progredisse no Brasil, a expectativa de vida se igualaria", afirma. Direitos iguais, riscos iguais.

Fontes:
www.redepsi.com.br
super.abril.com.br/superarquivo

Princesas e contos macabras

Os contos estão presente na infância de qualquer criança ocidental, estes passaram por várias adaptações e modificações no decorrer da história até chegar nas versões consagradas que conhecemos hoje. Clique no banner e veja belas ilustrações macabras dos clássicos Disney.Falando em versões macabras, clique aqui e confira os top 10 contos de fadas mais macabros.

2 de abril de 2009

Morte

Nós todos vamos morrer. E, acredite ou não, esse é um evento tão natural quanto nascer, crescer ou ter filhos. No entanto, a idéia da finitude nos enche de terror. Por quê? Será que precisa ser assim? Dá para sofrer menos?

Há muito tempo, no Tibete, uma mulher viu seu filho, ainda bebê, adoecer e morrer em seus braços, sem que ela pudesse fazer nada. Desesperada, saiu pelas ruas implorando que alguém a ajudasse a encontrar um remédio que pudesse curar a morte do filho. Como ninguém podia ajudá-la, a mulher procurou um mestre budista, colocou o corpo da criança a seus pés e falou sobre a profunda tristeza que a estava abatendo. O mestre, então, respondeu que havia, sim, uma solução para a sua dor. Ela deveria voltar à cidade e trazer para ele uma semente de mostarda nascida em uma casa onde nunca tivesse ocorrido uma perda. A mulher partiu, exultante, em busca da semente. Foi de casa em casa. Sempre ouvindo as mesmas respostas. "Muita gente já morreu nesta casa"; "Desculpe, já houve morte em nossa família"; "Aqui nós já perdemos um bebê também." Depois de percorrer a cidade inteira sem conseguir a semente de mostarda pedida pelo mestre, a mulher compreendeu a lição. Voltou a ele e disse: "O sofrimento me cegou a ponto de eu imaginar que era a única pessoa que sofria nas mãos da morte".

A morte pode ser vista como um mistério incompreensível. Ou como um absurdo inaceitável. A morte pode até ser tratada como um tabu. Mas, seja como for, aceitemos isso ou não, a morte é uma realidade inexorável. Por mais que queiramos nos esconder dela, deixar de existir é tão natural quanto existir. Na verdade, a morte é provavelmente a única coisa certa na sua existência ou na minha: é certo que todos nós vamos morrer um dia.

Pode-se aceitar a inevitabilidade da morte e olhá-la de frente. Ou pode-se negá-la, fugir dela, imaginar que não pensar na morte possa fazer com que ela deixe de acontecer com você ou com a sua família. Mas todos nós estamos programados para nascer, crescer e morrer – uma obviedade esquecida por boa parte da sociedade ocidental contemporânea, que teima em ver a morte como um evento inesperado e injusto. Sobretudo, costumamos vê-la como um evento exclusivo, pessoal, que isola quem sofre uma perda de todo o resto do mundo. Mas não há nada menos exclusivo do que morrer. Como está expresso na fábula tibetana, a morte não é privilégio nem desgraça particular de ninguém. Ela chega para todos, sem exceção.

Mas, afinal, se a morte é tão comum e corriqueira, por que ela nos causa tanto medo? "O maior desejo do homem é a imortalidade", diz a psicóloga Ingrid Esslinger, da Universidade de São Paulo (USP), acostumada a atender pessoas em situação de luto. "Por isso, muitas vezes a morte é considerada uma inimiga." E uma adversária, que poderia ser vencida pelos avanços científico-tecnológicos do século 20, que aumentaram a eficiência dos diagnósticos, dos medicamentos, das técnicas cirúrgicas etc. Soa como um despropósito falar de morte a quem tem as descobertas da ciência a seu favor. Afinal, se existem meios de prolongar a vida útil do ser humano, de manter-se jovem, por que pensar na finitude?

É um paradoxo: a valorização da vida e a ilusão de eterna beleza e jovialidade trazidas pela vida moderna acabam gerando, por meio do apego a tudo isso, muito mais tristeza e sofrimento pelo fim inevitável da existência do que felicidade pelo mais de vida que proporcionam. O ocidente transformou a morte em tabu: ela costuma ser banida das conversas cotidianas. Tudo aquilo que possa lembrá-la é escamoteado. Os doentes morrem no hospital, longe dos olhos – e, não raro, do coração – de seus amigos e parentes. E os rituais de luto são cada vez mais rápidos. O medo natural que todo ser humano sente diante da própria finitude vira pânico. E mesmo a morte natural acaba virando sinônimo de aniquilamento sumário. O que, no mais das vezes, não corresponde à realidade por se tratar simplesmente de uma vida que chegou ao fim.

A morte é como uma festa

Hora de ir embora

O primeiro passo para conviver melhor com a idéia da morte é esquecer aquela imagem medieval, um tanto tétrica, de um esqueleto coberto com uma capa preta carregando uma foice afiada na mão. Talvez uma imagem melhor para a morte seja imaginá-la como o fim de uma festa: você já sabia que ela teria que acabar, em algum momento. E, pensando bem, talvez não seja de todo mal que a festa termine. Você agüentaria dançar na pista para sempre? Por melhor que seja a música, tem uma hora que seu corpo e sua mente pedem descanso. E aí, talvez, seja o momento mesmo de sair da pista, serenamente, sem traumas, e dar lugar a quem está chegando à festa cheio de gás.

O medo da morte é inerente ao desenvolvimento humano. Aparece na infância, a partir das primeiras experiências de perda. E tem várias facetas: trata-se de um medo do desconhecido, somado ao medo da própria extinção, da ruptura da teia afetiva, da solidão e do sofrimento. "O medo da morte é fundador da cultura", diz a socioantropóloga Luce des Aulniers, responsável pela disciplina de estudos sobre a morte, da Universidade de Quebec, em Montreal, Canadá. "Esse medo funciona como pivô e como motor de todas as civilizações. A partir do desejo de perenidade, se desenvolvem as instituições, as crenças, as ciências, as artes, as técnicas e mesmo as organizações políticas e econômicas."

Esse é o lado, digamos, vital da morte. "O medo da morte nos força a viver – a nos relacionar, a procriar, a criar, a construir coisas que nos transcendam", diz a pesquisadora canadense. Na ilusão da imortalidade, o ser humano acredita que suas obras sejam permanentes e garantam que ele não seja esquecido. Cada um adapta, à sua própria maneira, a máxima "plantar uma árvore, escrever um livro e fazer um filho". Para o nosso inconsciente, a morte nunca é possível nem admissível quando se trata de nós mesmos. "A idéia da não-existência provoca tal desconforto que a mente humana acaba criando alguns mecanismos de defesa para fugir dessa realidade", diz o psiquiatra e psicanalista Roosevelt Smeke Cassorla, da Sociedade Brasileira de Psicanálise, em São Paulo. A negação e a repressão da idéia de morte são exemplos desses artifícios.

Ela vai vir te buscar

Terror ancestral

Nada disso é novidade. Desde os tempos mais remotos, os homens já enxergavam a morte como elemento antagônico à vida. Talvez fosse mais fácil aceitá-la como fato natural quando ela acontecia aos borbotões, quando a expectativa de vida das pessoas era de 35 anos. Mas o estranhamento e o terror sempre existiram. As pinturas nas paredes de cavernas como Lascaux e Chauvert, na França, revelam o incômodo que a morte provocava no homem de 30 mil anos atrás. Episódios alegres, como caçadas, eram retratados em cores vivas. As imagens fúnebres, por sua vez, eram pintadas com cores escuras.

No entanto, o medo de morrer pode gerar um apego desmedido a elementos cotidianos e um conseqüente desespero diante da possibilidade de vir a "perder tudo" com a morte – a companhia dos amigos, o carro novo, os imóveis, o status social, os projetos não realizados. No budismo, assim como na tradição cristã, o desapego é condição essencial para uma "boa morte". "Normalmente assumimos que precisamos dominar alguma coisa para que ela nos traga felicidade. E nos perguntamos: como é possível saborear alguma coisa se não podemos possuí-la?", escreve Sogyal Rinpoche, em seu O Livro Tibetano do Viver e do Morrer. "Mas, na morte, não podemos levar nada conosco." Eis aqui outro paradoxo: para viver bem, sem o tormento da idéia do fim, é preciso cultivar um certo desapego em relação à vida.

Em certas ordens religiosas católicas, os monges, ao se encontrarem nos corredores do mosteiro, costumam dizer uns aos outros: "Memento mori", expressão latina que significa "lembre-se de que vai morrer". A saudação – que é o contraponto de "Carpe diem" ("aproveite o dia") – funciona como um exercício de aceitação da morte. O contrário disso é o culto ao ego, ao "pequeno eu" que há dentro de cada um de nós, manifestado na não-aceitação do curso natural dos acontecimentos. E que está presente no indivíduo que tenta se colocar acima do todo a que pertence. Na vida, quanto mais você está centrado em si mesmo, mais você sofre com a ausência de solidariedade, com a falsa idéia de que está desamparado. Na morte, acontece a mesma coisa. Quanto menos você compartilha a sua dor, mais insuportável ela se torna.


Aceite a morte com a religião

Morra na filosofia


Para quem busca na filosofia maneiras de lidar melhor com a morte, as reflexões finais do filósofo grego Sócrates – condenado a tomar cicuta, um veneno letal –, feitas no século 5 a.C., representam um excelente exercício de aceitação. "Porque morrer é uma ou outra destas duas coisas. Ou o morto não tem absolutamente nenhuma existência, nenhuma consciência do que quer que seja. Ou, como se diz, a morte é precisamente uma mudança de existência e, para a alma, uma migração deste lugar para outro", afirmou Sócrates. Para quem não acredita na continuação da vida, a morte é o nada, é o fim das aflições. E para quem acredita na continuação da vida, a morte é a passagem desta existência para outra melhor. De qualquer modo, a dor estaria na vida e não na morte.

A morte é um assunto tão complexo que sequer há uma concordância entre os cientistas quanto à sua definição. No campo filosófico, essa discussão fica ainda mais sinuosa. "Apesar de considerarmos a morte como um evento biologicamente irreversível, ela não pode ser determinada exclusivamente pelo critério biológico, pois envolve também questões ontológicas e filosóficas", afirma o patologista forense Marcos de Almeida, professor de medicina legal e bioética da Universidade Federal de São Paulo. Alma e consciência são sinônimos? Existe uma alma imortal? Se sim, para onde ela vai quando morremos? Sem respostas da ciência, o homem busca nas religiões as explicações para a morte. Para uns, trata-se de uma passagem. Para outros, é uma forma de libertação do sofrimento. Há ainda aqueles para quem morrer é simplesmente deixar de existir.

"Pesquisas demonstram que pessoas com forte grau de envolvimento religioso, independentemente da crença, geralmente têm menos medo da morte", afirma a psicóloga Maria Júlia Kovácz, coordenadora do Laboratório de Estudos sobre a Morte da USP e autora de Morte e Desenvolvimento Humano. "A fé ajuda a superar a ansiedade em relação à idéia de finitude", diz ela. Para o psicanalista Roosevelt Cassorla, "na religião o indivíduo convive melhor com a finitude porque lá encontra certezas sobre por que vive, por que morre e o que acontece após a morte".

Se há uma outra vida que se segue à morte, existiria então uma continuidade da mente ou do espírito. "Viver em função dessa continuidade nos torna mais responsáveis pelas conseqüências dos nossos atos", diz a psicóloga Bel Cesar, do Centro de Dharma da Paz, em São Paulo, e autora de Morrer Não se Improvisa. "O fruto apodrece, cai no chão, mas deixa a semente que dará vida a outro fruto. Assim também conosco." A visão espiritual da morte implica desapego. Afinal, é também por meio da aceitação da impermanência humana que a religião ajuda a suavizar o sofrimento causado pela finitude. Por outro lado, a idéia de transcendência, do indivíduo que vence a morte, paradoxalmente embute uma aspiração à perenidade, ao não admitir que o sujeito chegue a um fim.

Até a Dercy morreu...

A negação do fim

Em oposição à visão espiritualista da morte, há a tradição materialista ocidental, que surgiu na Antiguidade e depois foi retomada pelos filósofos do iluminismo, a partir do século 18, para a qual a morte é o fim total e absoluto. Nada mais do que a interrupção de um processo neurofisiológico. Essa concepção, mais tarde lapidada pelos existencialistas, como o francês Jean-Paul Sartre, funda muito da nossa visão de que morrer é uma idéia inconcebível com a qual é impossível lidar. "Morrer é um absurdo", escreveu o filósofo existencialista Arthur Schopenhauer (1788-1860). A morte não cabe na idéia cartesiana de vida – para a qual tudo poderia ser medido, compreendido, planejado.

O Ocidente, em seu esforço por não admitir a morte, está há pelo menos 30 anos obcecado pela idéia do jovem como metáfora de vida saudável. O envelhecimento é visto sempre como decrepitude – e a morte é vista sempre como a epítome disso. "Há uma negação muito clara da finitude. Sobretudo porque os valores da sociedade de massa e de consumo são antagônicos à idéia de morte: o fetichismo da juventude eterna, os ideais de progresso, a acumulação de bens, a busca da imortalidade", diz Olgária Feres Matos, professora do Departamento de Filosofia da USP. A sociedade ocidental vive um presente perpétuo. "Não há nem a visão de um futuro nem a evocação de um passado. Por isso, a morte não é admitida como uma experiência humana aceitável", afirma Olgária. O resultado é uma sociedade atormentada, que busca inutilmente a felicidade em fugas da realidade de que um dia iremos deixar de existir.

Mesmo no mundo ocidental, no entanto, sobrevivem tradições que, ao festejar a morte, celebram a vida. O "Dia dos Mortos", no México, é um exemplo disso. "Ainda existem aldeias que desenterram os mortos nesse dia. Trata-se de um costume indígena milenar. As refeições são feitas no cemitério, e as crianças ganham doces e bombons em forma de caveiras", diz o historiador Leandro Karnal, professor de história da América na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). "No interior do país, sobrevive a prática de conversar com os mortos para colocá-los a par do que aconteceu durante o ano." As famílias preparam altares para seus falecidos e neles colocam os objetos que guardam uma relação afetiva com o parente que se foi: livros, discos, cigarros, comidas, fotografias. Vale tudo que tenha tido algum valor para o morto.

A morte já foi vista de modo mais familiar pelo Ocidente. E não faz tanto tempo. Até meados do século passado, era costume morrer em casa. "A família reunia-se em volta do leito para ouvir a última palavra daquele que estava mor--rendo", afirma o historiador Eduardo Basto de Albuquerque, da Universidade Estadual Paulista, em Rio Claro. "Era um momento de despedida." Não se ocultava das crianças a morte como se faz atualmente. O velório também era, na maioria das vezes, realizado em casa – tradição que sobrevive em algumas cidades do interior do Brasil. "Existiam comidas típicas para a ocasião. Os parentes preparavam alguns pratos para receber os conhecidos que participavam do enterro. Havia, inclusive, cânticos e orações especiais para o momento", diz Eduardo.

A expulsão da morte da nossa intimidade é uma metáfora da negação da finitude que operamos em nossas próprias vidas. "Os rituais de morte estão presentes em todas as sociedades do planeta. Servem para a compreensão ‘social’ do fenômeno: ajudam a digerir o impacto provocado pela perda do outro e funcionam como fator de agregação daquela sociedade", diz o antropólogo Guillermo Ruben, da Unicamp. "Os rituais seculares foram esvaziados de sentimentos e significado", escreveu o sociólogo alemão Nobert Elias, na arguta análise da experiência de morte nos dias de hoje, presente em A Solidão dos Moribundos. "O crescente tabu da civilização em relação à expressão de sentimentos espontâneos e fortes trava suas línguas e mãos. E os viventes podem, de maneira semiconsciente, sentir que a morte é contagiosa e ameaçadora; afastam-se involuntariamente dos moribundos", afirmou.

O temor do "contágio" pela morte explica a solidão e a frieza das unidades de terapia intensiva, onde, muitas vezes, os doentes terminais morrem sem a possibilidade de dizer uma última palavra aos que amam e sem ninguém que lhes ofereça conforto espiritual. Claro que morrer assim dá muito medo. Estabelece-se aí um círculo vicioso: temos pânico da morte porque ela parece horrível e a tornamos mais horrível do que poderia ser porque nos afastamos dela – e de quem morre.



Processo natural

Reconcilie-se com a morte. Não por morbidez, não para se esquecer de viver, não porque seja bom deixar de existir. Mas simplesmente porque ela vai acontecer e não somente com você – mas com todos os que andaram, andam ou venham a andar sobre a Terra. A você e a mim, portanto, resta apenas aprender a conviver com ela. Encará-la de frente, compreendê-la, admiti-la. Em vez de tentar escamoteá-la, negá-la, escondê-la debaixo do tapete. E, quem sabe, assim, sofrer menos com a visita que ela nos fará um dia e com os eventuais sinais da sua presença que ela já tenha plantado ao nosso redor. Desejo uma excelente vida para você, caro leitor. E uma boa morte.

Texto: Maria Fernanda Vomero
Revista Super Interessante