Destaques

30 de julho de 2009

Você viu? #5



Hoje vamos mostrar os melhores posts do meu amigo Mateus Dka. Pra quem não conhece, ele é bacharel em Comunicação Social, habilitado em Publicidade e Propaganda, e realiza trabalhos como freelance (fiquei sabendo que ele faz ótimas páginas de internet). Agora que todos já conhecem o escritor, vamos aos escritos! (essa frase ficou horrível)

Confira abaixo uma seleção nada democrática com aqueles que considerei os melhores posts do Mateus:

Profecia: Profecia Maia: O Mundo acaba em 2012

Curiosidade: Miríade, zilhão, enésima... quanto é tudo isso?

Tecnologia: Ficção Científica tornando-se realidade!

Curiosidade: A Escatologia da Bizarra Língua Portuguesa

Comportamento: Salve o planeta fazendo xixi durante o banho!

Comportamento: Flash Mob - Pelados invadem metrô de SP


Não concordou com a lista? Clique aqui e faça uma melhor =p

28 de julho de 2009

Por que a gripe causa tanto medo?



A gripe de tipo A, a suína, já invadiu o Sul do país e agora está causando no estado de São Paulo. As escolas deste estado já adiaram o retorno as aulas e as faculdades já entraram no bonde, inclusive a minha! Entenda por que o vírus da gripe causa tanto medo e por que os próximos vírus podem ser piores.

Quanto pior melhor (ou não)
O vírus da gripe é um grande dilema. Funciona mais ou menos assim: Quanto mais rápido o vírus mata, menor é a possibilidade de ele se espalhar. Um vírus 100% letal é capaz de matar o hospedeiro antes que o doente seja capaz de transmitir o vírus para outra pessoa. Nesta lógica se o infeliz morre o vírus morre junto. Assim os vírus mais cruéis matam pouco, pois não consegue se espalhar adequadamente.

Já a gripe comum apesar de ter uma fatalidade baixa mata muita gente, 500 mil pessoas vão desta pra uma melhor por ano com a gripe comum. Tudo por que ela se espalha facilmente e suas vítimas com morte são geralmente pessoas com o sistema imunológico fraco, velhos e crianças.



Desde 2005 a Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que algum dia aparecerá um vírus capaz de matar até 7,5 milhões de pessoas. Neste dia teremos um vírus “perfeito”, ou seja, que possa matar todos os gripados, mas que os deixe vivos por tempo suficiente para que outras pessoa sejam infectadas.

Pelo visto a gripe suína não estará nos livros de história como “a assassina da humanidade”, mas já assassinou a volta as aulas no Estado de São Paulo. Bom para os preguiçosos, ruim para quem sabe que as férias de dezembro estará comprometida.

Post conexo: Quer acabar com a gripe A? Jogue uma bomba na China
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Referencias:
pt.wikipedia.org
veja.abril.com.br

26 de julho de 2009

Pirataria - quanto custa ser legal?



Comprar um DVD do Jonas Brothers: O Show (Duplo) 3D + Óculos, custa em torno de R$ 49,90. Acha que seu cofrinho não dá conta? Então abandona o DVD e compre por exemplo o novo CD do Cantor Leonardo, a diversão não sai por menos de R$ 27,90. Também achou caro? Andar na linha realmente não é nada fácil, ainda mais com as enormes facilidades que a internet nos proporciona.

Saiba agora o valor da honestidade na era digital:

11 milhões é o número de brasileiros que têm o hábito de baixar arquivos piratas.

50% é a porcentagem de tráfego da net destinado ao vai-e-vem de dados ilegais.

8,2 Bilhões é o número de arquivos já distribuídos pelo Mininova, o maior dos sites de conteúdo ilegal. Isso equivale a 5,5 mp3 ou vídeos piratas para cada usuário da internet.

R$ 60 mil é o que custaria encher seu iPod só com músicas baixadas legalmente.

842 é quantos MP3 roubados as pessoas guardam na memória dos seus iPods.

Post conexo: O futuro das gravadoras


Fonte:
Super, edição 266, pag. 26 – A pirataria venceu
Americanas.com

24 de julho de 2009

Conspiração – Quem acredita nos Estados Unidos?



No dia 11 de setembro de 2001 o mundo ficou perplexo com os atentados terroristas que atingiram os EUA. Naquele dia aconteceram diversas situações atípicas. Ninguém sabia o que realmente estava acontecendo, e até hoje, ninguém sabe o que realmente aconteceu.

11 de setembro de 2001 foi o marco zero para bombardeios no oriente médio e de informações que viemos a receber pela TV. Os veículos de comunicação somente se preocupou em transmitir aquilo que era fornecido pelo governo dos EUA e de seu interesse.

Depois de chorar seus mortos a sociedade americana voltou a pensar e a questionar as diversas incoerências do dia 11.

Em 11 de setembro de 2006 os americanos realizaram um protesto usando camisetas negras com cartazes que diziam “Façam perguntas” e “Exijam respostas”. Os americanos definitivamente não mais acreditavam nas informações oficiais.

EUA: É caso de Segurança Nacional. O mundo não pode saber de tudo o que aconteceu naquele dia

Conspiração ou falta de televisão?
Para os leitores que não acompanharam as teorias sobre o 11 de setembro, segue abaixo um breve resumo sobre o motivo de tanto ceticismo por parte dos americanos em 2006:

- As torres gêmeas não ruíram. Foram em verdade demolidas de forma controlada. Dias antes do atentado as torres foram interditadas e o circuito interno de câmeras foram desligadas. O fogo não era capaz de derrubar aqueles prédios.
- Nenhum avião foi jogado contra o Pentágono, mas sim, um míssil. Não existe imagens sobre o avião que caiu no Pentágono. O governo confiscou todas e só liberou em 2006 imagens duvidosas.
- O vôo United 93, que caiu na Pensilvânia foi derrubado por um míssil. As imagens apresentadas eram de um avião que havia sido abatido no ar.
- Milhares de judeus faltaram ao trabalho no World Trade Center no dia 11 de setembro e os atentados aconteceram antes do expediente normal nos EUA.
- A al-Qaeda não assumiu a autoria dos atentados.

EUA: Japão a gente não sabia que a bomba atômica ia era tão destrutiva.

Você confia no que o governo dos Estados Unidos diz?
Para quem não acredita na palavra dos EUA é possível levantar diversas questões sobre o passado:
- Seriam os lideres americanos tão cruéis ao ponto de matar seus próprios cidadãos com o único objetivo de obter apoio para uma guerra no Afeganistão?
- Mataram iraquianos só por petróleo?
- Os EUA realmente não sabiam dos efeitos devastadores das bombas atômicas jogadas no Japão?
- Os americanos ajudaram no golpe de 1964 aqui no Brasil?
- A ALCA (Área de Livre Comercio das Américas) tinha como objetivo ajudar a desenvolver a economia em toda a América?
É verdade que a CIA queria depilar a barba de Fidel? Essa aqui sabemos que é verdade. Clique aqui para ver.

É na lua ou no estúdio? Photoshop não existia em 1969!

O homem deu um rolé na lua?
Com tantas perguntas sem respostas. O mundo passou a desconfiar do maior feito dos americanos. A tese de que o homem não foi a lua se fortaleceu.

Foi sim - A maior prova de que isso é verdade é que a União Soviética, a maior interessada em contestar o feito dos americanos, nada fez, e ainda, eles eram capazes de ouvir o rádio utilizado pelos astronautas americanos. Ainda não se convenceu? Veja mais explicações aqui.

Precisamos proteger o mundo a qualquer custo

Quem venceu - Governo ou os conspiradores?
A história é escrita pelos vencedores. A imprensa e os governos de todo o mundo não estão dispostos a questionar as informações oficiais. Só resta aos conspiradores conspirarem! A versão dos EUA já tem um espaço garantido nos livros de história. Talvez seja tudo conspiração, ou não.

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Agradeço a meu amigo Fabio Blangis que nos forneceu informações iniciais indispensáveis para a construção deste artigo

21 de julho de 2009

Interpretando: João e o Pé de Feijão



João e o pé de Feijão, um conto muito popular entre os meninos que se identificam com a coragem e audácia de João. Entenda os motivos para que este conto escrito em 1809 sobrevivesse pelo tempo e por que nos identificamos com o protagonista na adolescência.

Versão consagrada: Em vez de vender a vaca como sua mãe pediu. João topa em fazer uma troca com um açougueiro por 5 feijões mágicos. Ao chegar em casa, sua mãe joga as sementes pela janela e João leva uma bronca por não ter seguido as instruções passadas por ela.

No dia seguinte João percebe que suas sementes germinaram e se transformaram em um pé de feijão que cresceu até o céu. João escala o vegetal e rouba vários objetos valiosos de um gigante comedor de gente.

Na última investida o gigante persegue o meliante. João chega primeiro em terra firme e corta o pé de feijão com uma machado. O grandão morre com a queda. João e a mãe vivem ricos e felizes para sempre.

Outra história: Na primeira versão de Benjamin Tabart (1807), João não é um ladrãozinho. Ele sobe aos céus para vingar o pai, um cavaleiro morto pelo gigante.

Emo é a mãe!


Interpretação: Cavaleiro, açougueiro, gigante: todos são fases do mesmo pai. A trajetória de João reflete o processo natural (mais para homens, menos para mulheres) de assimilar características e desejos da figura paterna na construção da própria personalidade – inclusive se distanciando um pouco da mãe.

Com a puberdade os adolescentes começam a mostrar as garras para o dono da casa, criando uma guerra não declarada entre pai e filho. Nesta fase é muito comum que os adolescentes se distanciem da família ou queiram sua independência.

No dia-dia o furto de objetos praticados por João pode ser substituindo pelo filho que pega o carro do pai sem autorização por exemplo.

Uma observação importante é que provavelmente este conto não faria tanto sucesso caso João fosse para a residência do gigante para o assassina-lo por um motivo nobre (como aconteceu na outra versão exposta acima). A graça do conto está estritamente ligado as pequenas desobediências cometidas por João contra uma autoridade .

Para maiores: Há caçulas que passam a vida toda tratando irmãos mais velhos como gigantes – para o bem e para o mal.

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Referencias
pag. 91, edição 260 - Revista Super interessante
pt.wikipedia.org
www.adroga.casadia.org

19 de julho de 2009

Sertanejo Universitário existe?



Tudo que é de mais enjoa. O público já estava de saco cheio das mesmas duplas sertanejas e para salva este estilo musical, era preciso fazer algumas modificações. As gravadoras sacaram que na verdade, não era preciso mudar nada, bastava associar a palavra universitário com sertanejo e voalá! Todo mundo voltaria a curtir sertanejo.

Como não entendo nada deste estilo musical, vou deixar para quem manja do assunto soltar o verbo aqui no Faz-me rir! Com vocês, nosso querido Padre Quevedo:


Ok. Acho que o Padre não foi muito claro. Então vou passar o microfone para a dupla Zezé da dupla Zezé Di Camargo e Luciano, que com certeza sabe mais sobre o assunto.

Segundo Zezé "A impressão que passa é que esses meninos inventaram uma nova música. O que não é verdade. Eles cantam do mesmo jeito que a gente, as músicas têm a mesma linguagem, não tem nada intelectual para se denominar universitário. As duplas nem foram formadas nas universidades".

"Eu sou contra essa mentira. Essa coisa falsa que vendem usando um rótulo para maquiar uma coisa que já era feita. Se você for ver o repertório deles, é tudo em cima do que a gente já canta. César Menotti e Fabiano, por exemplo, lançaram um disco com músicas que eles cantavam em botecos. Só minhas, devem ter umas quatro canções lá", continuou.

Zezé ainda explicou que não é contra a renovação e o surgimento de novos artistas do gênero, mas ele acredita que a moda do "Sertanejo Universitário" vai acabar logo: "Isso não vai durar mais que dois anos. Se você for atrás de modismos você não cria raízes. Eu acho que artistas têm que criar raiz, têm que criar vinculo com o seu público".

Conclusão
A indústria do entretenimento tem a missão de criar novas formas de diversão e mídia. O Sertanejo Universitário só foi uma jogada esperta para fazer uma coisa velha voltar a fazer sucesso, deu certo, e não há nenhum mal nisso. Entretanto, não me surpreenderia em ver futuramente algo como a 'Bossa Nova Universitária' por ai. Tenso.

Saiba mais aqui

17 de julho de 2009

A utopia do Brasil



Meus caros,

O post de hoje se dedica a um despretensioso livro adquirido em uma gôndola de supermercado por menos de R$ 20,00...mas que levanta discussões corajosas e propõe soluções inovadoras para a maioria dos grandes males do Brasil.

O livro, denominado “A Utopia do Brasil”, de Legrand (Soler Editora, 2004), retrata, como o próprio nome já diz, um Brasil de sonho, no ano de 2011, em que Getúlio Kubistcheck Cardoso vence de forma esmagadora as eleições presidenciais e, reconhecendo a total falência do Estado Brasileiro, inicia um programa de sólidas reformas legislativas, econômicas e sociais.

E o nome escolhido pelo autor para identificar este presidente não vem do acaso. Para ele, Getúlio Vargas e Jucelino Kubstcheck representam o modelo de empreendedores sonhadores, porém práticos e arrojados, bem como FHC um grande estadista, sendo assim, os mais bem sucedidos líderes nacionais de todos os tempos.

Opiniões políticas a parte, e feitas as devidas apresentações, vale a reflexão a respeito das principais soluções apresentadas pelo criativo autor a nossa pátria amada, o que, em momento algum, dispensa a leitura do livro...ao contrário; vale muito a pena.

a) REFORMA TRIBUTÁRIA: visando combater a insana e atual carga tributária, em torno de 40% de nosso PIB (produto interno bruto), bem como, valendo-se da tendência atual da prática de transações financeiras via e-commerce (cartões de débito e crédito), nosso presidente extinguiu o papel-moeda e criou o IUF – Imposto Único Federal. Desta forma, todas as transações financeiras, seja entre pessoas físicas, seja entre pessoas jurídicas, seriam tributadas em 10% dos valores, dos quais 5% ficavam para os cofres federais, 4% para os cofres estaduais e 1% para os cofres municipais.
Assim, reduziu-se drasticamente o ônus tributário imposto aos consumidores e comerciantes/industriais, bem como extinguiu-se a sonegação fiscal, aumentando sobremaneira a arrecadação tributária do Estado, nas esferas Federal, Estadual e Municipal.

b) REFORMA TRABALHISTA E PREVIDENCIÁRIA: talvez aqui o autor faça uma das propostas mais radicais: Primeiramente, criou um sistema previdenciário paralelo, aplicado aos novos ingressantes no mercado de trabalho e para os atuais, que assim optassem, regulamentado pelos Sindicatos, tal qual os modelos de previdência privada existentes na Petrobrás e Banco do Brasil. Assim, cada categoria, individualmente, regulamentaria e controlaria seu fundo de previdência, evidentemente que rigorosamente fiscalizado pelo Estado. Além disso, tais sindicatos iriam reger a questão de assistência médica de seus filiados, deixando os hospitais públicos prioritariamente para atendimentos de urgência e emergência. Concomitantemente promoveu uma ampla reforma no modelo sindicalista nacional, fortalecendo-os para que pudessem sustentar as novas prerrogativas.
Com relação às leis trabalhistas, foi criada a Lei Trabalhista paralela, a qual seria aplicado aos novos integrantes no mercado de trabalho, bem como aqueles que ingressassem em novos empregos, em que as relações entre patrão e empregado seriam regidas pelas cláusulas constantes em contrato de trabalho, extinguindo-se a Carteira de Trabalho e Previdência Social, como também garantiria como regras básicas: férias de 20 dias, auxílio-transporte e alimentação, definindo o salário mínimo no patamar de R$ 700,00;

c) REDUÇÃO DA PARTICIPAÇÃO DO PODER PÚBLICO NA ECONOMIA: Primeiramente, reduziu os ministérios para apenas onze pastas: Educação, Infra-Estrutura, Telecomunicações, Saúde, Previdência e Assistência Social, Justiça, Defesa, Relações Internacionais, Fazenda, Meio Ambiente e Desenvolvimento Agrário, Produção e Administração. Seus Ministros não poderiam ter apenas conhecimentos políticos, mas sim profissionais de carreira, competentes para administrar a pasta ora confiada. Privatizou integralmente a malha rodoviária e ferroviária, porém, obrigou as concessionárias a investirem profundamente em áreas em que os lucros não eram tão volumosos. Manteve sobre o domínio estatal apenas a Petrobrás, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal.

Livro: A utopia do Brasil, escrito por Legrand

d) REFORMA POLÍTICA: diminuiu drasticamente o número de Deputados e Senadores – 01 senador para cada estado da federação e um deputado para cada um milhão de habitantes. Definiu a idade mínima de 30 anos para concorrer a cargo de Deputado ou Senador; ter curso superior; e, o mais interessante, não receber mais salários, apenas ajuda de custo para alimentação, hospedagem e transporte.

e) CRIAÇÃO DE NOVOS ESTADOS: buscando desta forma facilitar a administração estatal sobre estas regiões, bem como criar novas oportunidades de desenvolvimento, sobretudo na região norte.

f) IRRIGAÇÃO DO SERTÃO NORDESTINO, transformando-o em uma grande potência produtora e exportadora de frutas.

g) REFORMA NA EDUCAÇÃO: Federalização da educação básica, com salas de aula com capacidade máxima para 30 alunos; turno único de 8 horas de educação, complementados com atividades esportivas e de desenvolvimento do raciocínio, tal qual jogos de xadrez; toas as crianças a partir dos 04 anos deveria, estar obrigatoriamente matriculadas nas escolas; melhoria significativa no salário dos professores e na sua capacitação; canalizar recursos de empresas privadas e estatais, antes destinados a publicidade nos meios de comunicação, a patrocinar escolas, alunos, materiais escolares, expondo suas marcas com muito mais efetividade;

h) REFORMA NO JUDICIÁRIO: diminuição das instâncias para recursos; redução na quantidade de normas jurídicas, transformando-as em instrumentos mais simplificados; redução da maioridade penal para 16 anos, adoção da pena de morte; criação de tribunais sumários, que julgariam indivíduos presos em flagrante delito, aplicando penalidades imediatas, sem direito a recursos;

i) SEGURANÇA PÚBLICA: criação de delegacias padrão e assessoramento das forças policiais por entidades privadas, especializadas em gerenciamento em situações de risco; Modificação do sistema prisional brasileiro, instituindo Presídios privados e redução das formas de cumprimento de pena sob forma de regime aberto e semi-aberto, premiando com tais benefícios aqueles indivíduos que realmente fizessem jus a eles, após cumprirem uma boa quantidade da pena imposta em regime fechado.

Seriam estas soluções viáveis? Deixo esta discussão aberta ao amigo leitor, e, em breve, lançaremos um novo post, comentando as questões expostas acima.

Comente, participe! Sua opinião é o nosso combustível!

15 de julho de 2009

Deus – uma mentira necessária



Morte e vida são coisas que o homem em tese não consegue explicar, e para suprir essa necessidade natural à humanidade precisou criar deuses para explicar tais fenômenos. O Deus bíblico de hoje em dia é conhecido como o "criador" e o "Senhor do universo", com diversas virtudes e qualidades. Grande parte da população mundial acredita Nele. No Brasil os ateus estão entre as pessoas mais odiadas - 19% dos brasileiros odeiam/repudiam quem não acredita em Deus, usuários de drogas por sua vez estão em 2° lugar nesta lista com 17%. Seria Deus tão indispensável assim para alimentar tanto ódio?

Bíblia - tão humana como a Wikipédia
Não é regra, mas pessoas inteligentes tendem a deixar de crer em Deus, pois em algum momento da vida passaram a questionar as imensas controversas presente na bíblia, vamos citar apenas uma exemplo que entendemos ser gritante, e que qualquer aluno de catequese católica podia notar.

Repare que Deus é mau no antigo testamente e bonzinho no novo. Rapidamente podemos constatar que a bíblia é um emaranho de modificações filosóficas e sociais sofridas pelo homem no decorrer dos tempos. No antigo testamento temos um Deus malvado, vingativo, pecaminoso e nada perfeito (como os deuses da antiguidade), e agora no novo testamento ele se tornou uma pessoa plenamente boa, piedosa, amável, perfeito e moral.


Com a arca de Noé Deus se mostrou cruel, imperfeito e humano.


Nascidos para acreditar em Deus
Temos uma predestinação genética para acreditar em Deus. Segundo pesquisa realizada pelo Instituto de Saúde dos Estados Unidos, o cérebro está predestinado a acreditar em algo divino, portanto, mesmo que uma criança tenha pais ateus, ela está “programada” para acreditar em alguma divindade. A religião sabe disso e aproveita a oportunidade para abocanhar fieis com iniciações religiosas voltada para crianças, pois, sabe que em fase posterior o processo sera mais complexo.

Se crer no divino é natural e fácil, se livrar da crença não é tanto assim. Não vai ser um texto ou uma pessoa que iram convencer um cristão a abandonar sua crença, tudo é um processo, demorado e difícil. Perceba que muitos ateus se declaram cristões ou dizem não ter certeza se realmente acreditam em Deus.

Campanha anti-Deus


Você deve crer em Deus!
Pesquisas comprovam que pessoas que crêem em Deus comentem menos suicídio, sofrem menos depressão e se curam de forma mais rápida de enfermidades. Tudo acontece por questão de fé, certo? É bem por ai mesmo. A fé realmente existe, assim com a hipnose e o controle da mente. Todos estes truques foram criados pelo homem e são capazes de nos trazer resultados realmente fantasticos com comprovação cientifica.

Deus ainda nos proporciona um das coisas mais importantes para nossas vidas que é o SIGNIFICADO. Deus ajuda a nos dar a crença de que tudo no fim acabara bem, é motivo para continuar a viver, é a Ele que as pessoas clamam nos momentos de sofrimento. Além destes Deus nos ensina alguns princípios positivos como a doação e da piedade.

Em enquete feita há meses atrás aqui no blog constatamos que quando um religioso é questionado sobre sobre a existência de Deus 52% deles respondem CLARO ao inves de um mero SIM! O "claro" evidencia que a maioria das pessoas acreditam que não existe nenhuma outra opção ou alternativa ao seu Deus.

Londres: "provavelmente Deus não existe. Agora pare de se preocupar e curte a vida"


Deixar de crer é bom?
Nunca vamos deixar de crer em algo. Uma pesquisa realizada por um jornal britânico contatou que existem mais pessoas que acreditam em ETs do que em Deus naquele país. Se uma pessoa não crê em Deus não quer dizer que ela vai deixar de ter fé.

Os ateus podem obter significado para a vida buscando a paz social, a igualdade entre as pessoas e lutando por um mundo mais justo. Estas iniciativas fazem com que um cético continue vivendo, mesmo sabendo que após a morte nada mais existe.

Poderíamos ficar aqui citando milhares de exemplos tentando convencer você de que Deus não existe, mas como já transcrito acima, deixar de acreditar Nele não é uma das escolhas mais fáceis, portanto, se você crê em Deus beleza! Mas aprenda que existem alternativas ao seu Deus e que Ele não é uma verdade absoluta. Aprenda que existe varias verdades, e que você só preferiu escolher a mais fácil delas.

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Ps: Não copie os textos do Faz-me rir! Seja sensato.

Estatísticas
lista10.org/curiosidade/os-10-grupos-de-pessoas-mais-odiados-do-brasil
www.fazmerir.com/2009/04/e-voce-acredita-em-deus
super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca
www.fazmerir.com/2009/01/quem-tem-mais-f-relio-ou-cincia

14 de julho de 2009

Miríade, zilhão, enésima... quanto é tudo isso?


Estava cá, com meus botões, mirando a miríade de zilhões de coisas que ainda tenho que aprender/fazer/conhecer, e notei que seria impossível fazer uma lista de tudo isso. Meu primeiro problema, logo de cara, seria em numerar estes itens, pois, quantos zeros tem “um zilhão”?

Número 1

Pra começo de conversa, existem muitas diferenças entre os nomes que cada cultura dá para números longos demais. Ao dizer “milhão”, “bilhão” ou “trilhão”, imediatamente temos uma idéia do valor de quanto estamos falando. Entretanto, confusões acontecem frequentemente, por exemplo, como entre o número “bilhão” e “mil milhões” em muitos países (que é a mesma coisa: 1.000.000.000!!!), e o uso de zilhão (1... ???) para denotar um número muito longo, onde precisão não é requerida.

Respondendo a pergunta acima: zilhão nem é número, gente! Então fica a piadinha. ;)

“N” nomes

Sem sombra de dúvidas os indianos possuem uma das mais assustadoras paixões, pelo menos pra mim, formado na área de humanas: números! E tem que ser os longos...

Isto está intimamente relacionado aos seus pensamentos religiosos. Por exemplo, em textos que pertencem à literatura védica datados de 1500 a.C. a 500 a.C., pode-se achar, pasmem: nomes sânscritos para CADA UM DOS NÚMEROS, de 10 até um trilhão... e mesmo até 1062... ou seja... 10 seguido de 62 zeros! Até hoje, as palavras “lakh” e “crore”, referentes a 100.000 (cem mil) e 10.000.000 (dez milhões), respectivamente, estão em uso comum entre indianos falantes de inglês.

Um destes textos védicos, o Yajur Veda (c. 1200–900 a.C), até discute o conceito do infinito numérico, chamado “purna” (abundância, plenitude), afirmando que subtraindo “purna” de “purna”, o que resta continua sendo “purna”... E se alguém compreender isso, me explica, por favor!

Além disso, uma obra budista (Lalitavistara Sutra) relata uma competição incluindo escrita, aritmética, luta e arco-e-flecha, em que Buddha competiu contra o grande matemático Arjuna, e revelou suas habilidades citando os nomes dos números de 10 até “1 tallakshana”, que é igual a 1053, e então, explicou que este era só um de uma série de sistemas de contagem que podem ser expandidos geometricamente!

O último número ao qual ele chegou depois de passar por nove sistemas de contagem sucessivos, foi 10421... Fico pensando no tempo que ele deve ter levado para recitá-los... santa-paciência-zen-budista! Entranto, o maior número nas obras budistas é 1037.218.383.881.977.644.441.306.597.687.849.648.128, que aparece no Avataṃsaka Sūtra... pra medir/contar o quê, meu Deus?

No mundo Ocidental, nomes específicos para números maiores não entraram em uso comum, até recentemente. Os gregos antigos, por exemplo, usavam um sistema baseado no “miríade”, que corresponde a “dez mil” (10.000); e o seu maior número com nome era “um miríade miríade”, ou 100 milhões (100.000.000). Este é também o mais longo número citado na Bíblia, por exemplo, em Daniel 7:10.

Já no “O Arenário”, Arquimedes (cerca de 287–212 a.C.) inventou um sistema de nomenclatura de números longos que vão até a “um miríade miríade, elevado à miriademiriadésima potência, tudo elevado à miriademiriadésima potência”... e ele “somente” usava seu sistema até 1064... e eu me pergunto: precisa de mais?

Os Romanos, que eram menos interessados em assuntos teóricos (amém!), expressavam 1.000.000 (um milhão) como decies centena milia, ou seja, dez centenas de milhares. Foi só no século XIII que a (originalmente francesa) palavra “milhão” foi introduzida, e a bagunça começou...

Ao infinito e ao além

Foram os [malucos] indianos que inventaram o sistema numérico posicional (por exemplo, no número 4.664, o primeiro “4” do número tem um valor diferente – 4.000 – do último “4” – 4 –, bem como o primeiro “6” tem um valor diferente – 600 – do segundo “6” – 60 –, embora sejam os mesmos números... tudo baseado na posição que ocupam), junto com os números negativos e o zero, e eram mais avançados nesses aspectos. Por volta do século VII d.C, matemáticos indianos já estavam bem à vontade com a noção de infinito, definindo-o como “a quantidade da qual o denominador é zero”...

Pra falar a verdade, o último em números longos foi, até tempos recentes, o conceito de infinito: um número definido por “maior que qualquer número finito”, e usado na teoria matemática de limites.

Contudo, desde o século XIX, matemáticos têm estudado os “números transfinitos”...

Ok, ok, ok... se você está tendo um ataque de risos ou arrepios agora, nervosamente, tentando entender o que estes lunáticos querem com isso, saiba que estes “números transfinidos” não são só “maiores que qualquer número finito”, mas também, “maiores que o conceito tradicional de infinito”. E sabe da maior? O conceito de números transfinitos, foi primeiramente considerado por matemáticos indianos (lóóóógico!)... em 400 a.C.!!!

E o mais extraordinário é que se trabalha hoje, em alguns cálculos (não me perguntem quais), com números “maiores” que os números transfinitos! São os “grandes cardinais”... Mas aí eu já perdi a conta, então deixa pra lá...

Fonte: Wikipédia (claro!)

13 de julho de 2009

Brasil, uma nação?



Amigo leitor,

Mais uma vez este colunista/blogueiro se vale de mais uma de suas facetas loucas para dar corpo a mais um capítulo de nossa aprazível coluna...espero que estes sejam capazes de lhe trazer algum tipo de reflexão ou sentimento, mesmo que este seja de arrependimento pelo tempo perdido...

E desta vez, a observação da loucura de nosso cotidiano e a inspiração para traduzi-la em letras veio em um episódio totalmente inusitado.

Rodeio Técnico de Adamantina 2009; noite de sábado; show de uma das duplas sertanejas de maior visibilidade na mídia atualmente: Victor & Léo. Arena do conjunto Poliesportivo absolutamente lotada, talvez 10, 15 mil pessoas. Para as pessoas normais, uma ótima chance para encontrar os amigos, namorarem, beberem (e gastarem muito dinheiro!!!)...e também, ao menos para mim, uma rara oportunidade de observar os comportamentos humanos e refletir sobre eles.

Antes de entrar na viagem propriamente dita, faço aqui uma ressalva: este texto não visa criticar qualquer estilo de música ou manifestação cultural...portanto, aqueles que são adeptos da música country (no qual absolutamente não me enquadro!!!) leiam tranquilos...

Pois bem. Explicações (des)necessárias a parte, vamos ao que interessa!

Antes do início do evento, como é de praxe, houve a execução do Hino Nacional Brasileiro....

Hino nacional? Para algumas pessoas, acho que a letra e os acordes tecidos por Joaquim Ozório Duque Estrada e Francisco Manuel da Silva, há exatos 100 anos (o hino nacional está fazendo aniversário hoje), não se passava de uma “musiquinha irritante, bem menos importante que os hits da época: o créu, dança da garrafa, dança da motinha entre outras pérolas do nosso cancioneiro popular...(definitivamente isso não é música!!)

Alguns indivíduos permaneciam devidamente acomodados em seus desconfortáveis assentos de cimento; outros caminhavam apressadamente de um lado para o outro, como se procurassem algo (talvez o cérebro perdido?); havia ainda aqueles que conversavam, riam, e a grande e esmagadora maioria, simplesmente bebia.



Infelizmente, tenho certeza que a esta altura do texto, você deve estar se perguntando: e o que isso tem de novidade? Dessa vez, essa loucura não tem nada de novo...

E é justamente neste ponto que a loucura total aparece...sim...loucura...!!!

Pensem comigo: em que local CIVILIZADO deste mundo, um hino nacional, símbolo maior de união de um povo é tão respeitado quanto uma palestra sobre trigonometria analítica em um baile funk?

Levanto este questionamento não por simples nacionalismo barato, até porque não preenchemos sequer o conceito de nação: reunião de indivíduos que, em razão de LAÇOS CULTURAIS se submetem a convivência em um mesmo território e a regras comuns.

Para ilustrar melhor este simplório conceito, vejamos um exemplo: os judeus/israelenses, mesmo não tendo vivido sobre o mesmo território durante milhares de anos, em razão dos laços culturais, mantiveram a identidade nacionalista, e, com a criação de seu Estado, em 1948, apenas a concretizaram materialmente.

Nesse mesmo sentido, mesmo que paradoxalmente ao exemplo citado anteriormente, devemos citar os Palestinos, que, mesmo não possuindo ainda um Estado com território próprio, mantém uma autoridade nacional, estruturada basicamente através de vínculos culturais e nacionalistas.

Querem um outro exemplo de povo, onde o conceito de nação é extremamente sólido: Os EUA: o dia da independência (04 de julho) é comemorado efusivamente pelos norte-americanos, com respeito extremos aos seus símbolos nacionais.

Não estou aqui para defender americanos e israelenses, mas o fato é que só nos lembramos que existe hino nacional nas partidas do Brasil na Copa do Mundo de Futebol e olhe lá! Torcemos como malucos e, orgulhosos, nos gabamos: somos pentacampeões mundiais! O país do futebol!

Só isso? Nos tornamos apenas uma NAÇÃO quando esta calça chuteiras e veste uniforme amarelo e azul?

Que pena...

Como exigir de um povo, constituído por um amontoado de pessoas que, por absoluto comodismo, compartilha o mesmo território, respeito às instituições, a democracia, ao poder o qual lhe é conferido através do voto?

Para que contribuir com o crescimento e o amadurecimento de um país que nem ao menos se reconhece como nação?

Isso só me faz chegar a uma triste constatação...o caminho que teremos que percorrer até um patamar de “Primeiro Mundo” não passa apenas pelo crescimento econômico e distribuição de renda...precisamos, urgentemente, nos reconhecer como uma nação, unida em ideais e sonhos.

11 de julho de 2009

Por que o Twitter é um sucesso?



Não há como fugir do Twitter - todo mundo já tem um - orgão do governo, empresas públicas e privadas, todo mundo esta utilizando esta nova rede de relacionamento para se comunicar. Mas afinal o que este tal de Twitter tem?

O que está fazendo agora?
A frase acima é o slogan do site. O Twitter quer que você fortaleça ainda mais suas obrigações na web. Quer tornar sua vida um diário aberto para que todos possam ler.

Coisas boas e ruins do Twitter
Sobe: Proporciona uma interação online jamais vista, onde qualquer um pode obter informações tão rápidas quando aquelas publicadas nos grandes sites de notícias e blogs. Cheguei a presenciar um protesto que poderia ser acompanhado em tempo real pelo Twitter.
Desce: Tem muita gente escrevendo sobre coisas comuns do dia-dia - pra que ficar lendo o que fulano comeu no almoço?

Por que ele é um sucesso?
O segredo do twitter é seu maior defeito – o limite de 140 caracteres. Com essa limitação as informações escritas pelos twiteros devem ser transmitidas de forma simples e objetiva, proporcionando aos seguidores um maior dinamismo e ainda, é uma ótima ferramenta para pessoas que não gostam de ler textos enorme e cansativos.

O limite de caracteres também elimina o grande mal presente nos blogs, o famoso plágio. Com 140 caracteres dificilmente um texto do Faz-me rir poderá ser reproduzido na integra. Assim os twiteiros se limitam a apenas indicar links de algo que tenham gostado na web.

Por último o Twitter é uma ferramenta inovadora para fugir da solidão, sempre fica aquela sensação de estar sendo seguido.


Top 7 erros cometidos por iniciantes do Twitter

1. Não inserir a sua biografia
2. Proteger o seu feed e reclamar por ter poucos followers - Se você não tem nada a ser compartilhado por que as pessoas deveriam segui-lo?
3. Não twittar, ou twittar pouco, e reclamar por ter poucos followers
4. Iniciar longas conversas com outros usuários Twitter - o twitter não é um chat, e longas conversas poderiam incomodar. Neste caso, convém usar o direct messages
5. Usar um layout que distraia a atenção do texto
6. Usá-lo como um feed alternativo para o seu blog – se alguém quer ler seu blog basta assinar o seu feed
7. Não insirir o avatar


Você precisa de um twitter?
A resposta pode ser evolutiva. Quem segue o grupo tem mais chances de ser aceito. Assim se todo mundo está no Twitter seu instinto natural é participar deste grupo.
É inegável que a internet já possui todas as ferramentas necessárias para obtermos informações, o twitter só é mais uma ferramenta, difícil vai ser ficar fora dele.

Post conexo: Offiline - você precisa de solidão

Referencias
http://pt.wikipedia.org/wiki/Twitter
http://www.interney.net/?p=9761875
http://www.nadaver.com/tag/problogger
http://www.ikaro.net/br/2009/03/erros-twitter.html

6 de julho de 2009

O futuro das gravadoras



Como todos sabem, as gravadoras sempre venderam CDs a preços exorbitantes e o que aconteceu? A pirataria dominou, e ninguém mais está disposto a pagar para ouvir músicas. Hoje elas estão disponíveis de forma gratuita na internet, claro que de forma ilegal.

Saiba por que a indústria do entretenimento vai liberar tudo de graça e quais os desafios deste novo cenário

A indústria ataca
A briga judicial das gravadoras com os usuários pendurou por muito tempo, pois a legislação de quase todos os países protegem os direitos intelectuais e autorais. Foram aproximadamente 50 mil usuários processados, um esforço que foi em vão..

Todo mundo é ladrão?
A justiça e as gravadoras perceberam que a pirataria digital era incontrolável, todo mundo virou bandido! Juiz, promotor, estudante, dona de casa, e ai os tribunais e legisladores resolveram mudando o entendimento sobre o tema. Veja abaixo algumas dessas medidas publicadas na Revista Super Interessante:

- Na China onde 99% das músicas são piratas o Governo acaba de instituir uma lei que anistia os provedores de internet – que não serão mais responsabilizados pelos downloads feitos por seus usuários.
- A União Européia rejeitou um projeto de lei que proibia o uso da internet aos usuários que fazem muitos downloads ilegais.
- Os alemães agora só julgam quem tiver baixado mais de 3 mil músicas ou 200 filmes
- A Associação brasileira de Direitos autorais, já não vai mais entrar na justiça contra os fãs de downloads.
- Os EUA reconheceu que um download ilegal não equivale a uma venda perdida, pois quem está baixando um filme ou música de graça não iria necessariamente, aceitar pagar por aquele produto.

Você também ama roubar músicas

Anúncios: bloqueou geral
Mudando rapidamente de assunto (você já vai entender logo o por quê). Não há nada mais chato do que uma página de web cheia de anúncios. Para sanar este problema, foram criados vários mecanismos e gambiarras para impedir que os anúncios publicitários cheguem aos nossos olhos. Já é possível bloquear anúncios nos principais navegadores (Firefox, Explore, Chrome, Opera, Safari) ou por softwares que bloqueiam os anúncios de todos os navegadores de uma só vez.

Você deve estar se perguntando – Mas o que a indústria do entretenimento tem a ver com o bloqueio dos anúncios?
Tudo! Finalmente as grandes empresas resolveram liberar suas músicas. Na China, por exemplo, o Google está distribuindo gratuitamente músicas aos seus usuários com o consentimento das gravadoras – a estratégia é boa - as empresas vão conseguir algum lucro na China, e o Google ganha espaço neste mercado (que ele ainda não domina).

Google: o novo rei da música?

Como as músicas são gratuitas, o lucro é obtido através de anúncios, parte da grana que o Google recebe é repassado para as empresas, os usuários não pagam pelos downloads, a indústria recebe sua bufunfa, o Google fica popular por lá, e todo mundo sai feliz, certo? Errado!

Provavelmente “o liberou geral das músicas” irá se estender aos demais países, só que ai surge um novo problema - o bloqueio de ADS. Os anúncios são a principal fonte de lucro para os sites e principalmente, para manter viva a indústria do entretenimento que finalmente resolveu abrir as pernas. Se todo mundo resolver bloquear os ADS, o grande plano do Google e das gravadoras pode ir por água abaixo, e a indústria fonográfica pode sofrer seu segundo grande fracasso (o primeiro é o convencional download ilegal, que você faz todos os dias).

A grande bronca que temos dos anúncios é em verdade culpa de sites de baixa credibilidade, em especial os sites de putaria e de download, que entopem nossos rostos com anúncios sem fim, e também é claro, por blogueiros e webmasters que só se preocupam com os anúncios, e ai.., todo mundo paga o pato!

clique na imagem e veja como um site/blog NÃO deve ser

Lembro que há um tempo eu disse em um post que a máfia do entretenimento deveria se reinventar, e yeah! Foi isso que eles fizeram! (ta certo que de forma forçada). Agora vamos dar mais esta rasteira nas gravadoras com o advento dos bloqueadores de anúncios na internet, que aos poucos, irá se popularizar na internet.

E agora? A indústria fonográfica vai acabar?
Quando inventaram o rádio as pessoas faziam este mesma pergunta.

Nunca na história deste país foi tão importante ouvir música - Hoje somos verdadeiros viciados e fanáticos por este tipo de entretenimento, assim, a música não vai parar e provavelmente as gravadoras deveram procurar uma nova forma de obter lucros (não me pergunte como). Não vai ser a redução/extinção dos anúncios que irá acabar com este mercado, aliás, vários outras empresas serão afetadas com este processo, inclusive pequenos blogs como nós.

Se os usuários estão impedindo a vinculação de anúncios é sinal que eles não são realmente bons, e como dizem por ai, o povo tem sempre razão!

Post conexo: Pirataria para reinventar a economia


Referencias
updateordie.com
usuariocompulsivo.blogspot.com
A pirataria venceu, Super Interessante, edição 266, pag 25,

5 de julho de 2009

Mario & Luigi estilizados



Confira 45 desenhos dos personagens Mario e Luigi que vão desde traços precisos ou cartunescos, até aquarela.

4 de julho de 2009

Palavrões e seus outros significados



O brasileiro tem um dom fantástico de transformar significados acessórios em principais. Um bom exemplo é o emprego do verbo “dar” que acabou ganhando um acompanhamento obrigatório quando a frase não é concluída. “Eu dei” é considerado por todos o ato passivo sexual. Enfim! Vamos ao que interessa - conheça agora a outra face dos palavrões mais populares da atualidade.

Vadia
Significado popular: Vagabunda. Geralmente utilizado para referenciar mulher oferecida.
Outro significado: Pessoa desocupada, que está à toa ou foge do trabalho.

Porra
Significado popular: sêmen masculino
Outro significado: porrete, ou clava (Pau pesado, grosso)

Caralho
Significado popular: pênis, órgão genital masculino
Outro significado: Teve origem nos navios portugueses. São aquelas cestas que ficam no alto do navio. O ponto mais alto utilizado para a melhor visualização do oceano e também para castigar os marujos, que ali deviam permanecer o dia todo.

Boceta
Significado popular: Órgão genital feminino
Outro significado: Pequena bolsa de couro para guardar fumo de rapé.

Cu
Significado popular: ânus
Outro significado: A parte oposta da ponta da agulha, aquela que tem um buraco para se passar a linha, se chama cu.
Ps: cu não tem acento

Puta
Significado popular: garotas de programa, prostitutas
Outro significado: Deusa menor da agricultura na mitologia romana.

É fato que ninguém aqui vai conseguir empregar tais sinônimos no dia-dia, então só pra garantir que ninguém vai desaprender, transcrevo abaixo uma frase que pode auxiliar:

“Você mostrou sua boceta? Que porra é essa sua vadia do caralho? Puta meu, vai toma no cu”.

Post conexo: A Escatologia da Bizarra Língua Portuguesa

2 de julho de 2009

Top Blog - vote no Faz-me rir!


Povo brasileiro. Gostaria de pedir humildemente seu voto para a eleição do "TOP BLOG". Se caso formos eleitos, prometo trazer conteúdo exclusivo, posts inéditos, fotos de mulher pelada e ainda um prêmio de R$100.00 em uma futura promoção.

Politicagem a parte, gostaria de pedir aos nossos leitores que votem no Faz-me rir no TOP BLOG, basta clicar no banner acima e confirmar seu email. O prêmio não é em dinheiro, mas proporcionam reconhecimento e visibilidade para o seu ganhador. Bora vota? Tem até buziquinha de voto eletrônico =p